Depois de ficar nacionalmente conhecida e receber inúmeras homenagens, a policial militar que matou um bandido durante tentativa de assalto na frente de uma Escola de educação infantil, na Região Metropolitana de São Paulo, resolveu disputar uma vaga na Câmara Federal. Isso mesmo que você leu! A 'heroína' Kátia Sastre deve aproveitar o embalo da fama repentina para sair candidata a deputada federal pelo Partido da República (PR).

Ela foi recebida nesta terça-feira (29), em Brasília, pela bancada do partido na Câmara.

Kátia é militar da ativa e, por isso, vai ter que esperar as convenções para confirmar filiação no Partido Republicano. Também por ser militar, ela está fora da regra que determina limite mínimo de 6 meses de filiação partidária antes das Eleições para que o candidato seja julgado apto a concorrer ao cargo.

A visita à Câmara Federal foi um convite feito pelo deputado federal Capitão Augusto (PR-SP) prontamente aceito pela pretensa candidata a uma das vagas da casa.

Fora da Câmara, a cabo reuniu-se com outros parlamentares como Tiririca, do estado de São Paulo, e Soraya Santos, do Rio de Janeiro. O conteúdo das conversas não foi divulgado.

A cabo da Polícia Militar do estado de São Paulo, Kátia Sastre, de 42 anos de idade ficou conhecida em todo o país depois de reagir a um assalto e matar o criminoso na frente de uma escola de educação infantil na região de Suzano, na Grande São Paulo. O crime aconteceu no sábado, dia 12 de maio deste ano, véspera do Dia das Mães.

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Mulher Eleições

Uma câmera de segurança instalada na frente da escola registrou desde o momento em que o assaltante chega até ele ser baleado e rendido pela policial.

Véspera do Dia das Mães tem festa na escola

Kátia Sastre estava de folga naquele sábado e decidiu acompanhar a filha até a escola para participar de uma festa em homenagem às mães oferecida por professores e alunos. Era cedo, por volta das 8h. A policial, que estava à paisana, aguardava do lado de fora da Escola Ferreira Máster junto com a filhinha mais nova, de 7 anos, além de outras mães e crianças que esperavam a abertura dos portões.

Elivelton Neves Moreira, 21 anos, estava a poucos metros dali, em um ponto de ônibus, assaltando passageiros. Um mãe de aluno que dirigia-se a pé para a escola viu o que estava acontecendo no ponto de ônibus e correu para avisar às mães sobre o perigo iminente. O assaltante teria percebido que a mãe correu para avisar e partiu em direção ao grupo de mulheres e crianças que estava na calçada da escola e anunciou o assalto.

Neste momento, a policial que estava de folga tomou certa distância, retirou a pistola da bolsa e disparou três vezes contra o assaltante. Elivelton caiu e tentou revidar. Mas não teve chances. Foi rendido por Kátia Sastre. O criminoso foi socorrido por uma equipe do SAMU, mas não resistiu aos ferimentos.

No dia seguinte, Dia das mães, a policial recebeu inúmeras homenagens e a notícia já havia se espalhado por todo o país.

Telejornais, impressos, portais de notícias, redes sociais... não se falava em outra coisa. Kátia, a mãe policial, era a figura da vez. Agora ele vai ver se toda essa repercussão pode ser convertida em votos.

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