Um pastor chamado Eduardo Henrique de Moura, de 40 anos, faleceu essa semana depois de voltar de um trabalho de evangelização na África. Assim que chegou em casa, em Sorocaba, no estado de São Paulo, começou a passar mal e foi internado às pressas. Infelizmente ele não resistiu e foi enterrado na sexta-feira (18). O religioso era casado e deixou 3 filhos.

Pessoas íntimas do pastor informaram que ele era acostumado a fazer viagens missionárias para a pregação do evangelho de Jesus Cristo, realizando, inclusive, muitos trabalhos sociais. Infelizmente, na última viagem, ele teve uma parada em Moçambique, onde acabou contraindo malária.

Agora, muitas pessoas estão apoiando a família pelas redes sociais.

Sintomas da doença

Os sintomas são muito parecidos com os da dengue. O infectado pode sentir calafrios, febre alta, cansaço, palidez, dores de cabeça e no corpo além da falta de apetite. O mosquito não é o mesmo, a doença é transmitida por uma fêmea Anopheles, que deve estar contaminada por protozoários do gênero plasmodium. Além da picada do mosquito, as pessoas podem ser infectadas por sangue contaminado, seringas infectadas, transfusão de sangue ou através da placenta.

A única forma de prevenção, até o momento, é evitar ser picado usando repelente e roupas compridas.

Outras tragédias

O Brasil tem revelado muitos casos trágicos envolvendo pastores.

Recentemente um pastor chamado George Alves, da Igreja Batista Vida e Paz, teve o filho e o enteado mortos depois de um incêndio durante a madrugada em sua casa. A esposa estava fora de casa em um congresso, levando o filho mais novo do casal.

Depois de algumas investigações, o delegado resolveu decretar uma prisão preventiva para George, pois ele estava atrapalhando muito, gerando um comportamento suspeito.

No dia seguinte à morte das crianças ele foi visto em um culto de celebração e não parecia muito triste pela morte das crianças.

Agora ele está sendo investigado pela suspeita de homicídio, e internautas estão chamando ele e a esposa, Juliana, de casal "Nardoni Gospel". Porém, o delegado que está cuidando do caso não informou se ele é culpado, mas preferiu mantê-lo preso até que todas as investigações sejam concluídas.

Em seguida a polícia pretende expor o caso contando os detalhes do suposto crime decidindo se a suspeita vai realmente cair sobre o pastor ou se não passou de um engano, podendo assim proporcionar a soltura do pastor.

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