Quem não se lembra do caso da menina Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, 12, que no dia 8 de junho saiu de casa e desapareceu? Segundo a história, Vitoria saiu para andar de patins e não voltou mais para casa, levando seus familiares ao desespero. A cidade de Araçariguama, no interior de São Paulo, que tem 17 mil habitantes, se mobilizou para encontrar a menina desaparecida desde então, até que o corpo de Gabrielly foi encontrado numa estrada, exatos 8 dias após o desaparecimento, nas margens da Estrada de Aparecida.

Já um dia antes do encontro do corpo (16), o servente de pedreiro, Júlio César Lima Ergesse, foi preso temporariamente, suspeito de ter matado Vitória. Diz Júlio que teria matado a garota por engano, já que teria sido contratado por causa de uma dívida de tráfico com casal também suspeito de matar Vitoria.

Nesta sexta-feira (29), cães farejadores treinados ajudaram a Polícia civil a desvendar o caso chegando ao mencionado casal. Segundo o site da UOL (que tirou a notícia do Estadão), o casal Bruno Marcel de Oliveira, 55, e Mayara Borges de Abrantes, 24, teriam envolvimento no caso, e teriam emprestado o carro ao servente de pedreiro.

A polícia afirma que o trabalho dos cães foi de confirmar se algum membro do casal estaria no local. Foi confirmado que Bruno estava no local.

Ainda no mesmo site, o casal, Bruno e Mayara, negam as acusações, mesmo o servente de pedreiro Júlio ter apontado que sim, o casal testemunhou o assassinato. O advogado do casal estava na delegacia e não deu nenhuma declaração aos repórteres que acompanham o caso.

Segundo o inquérito, o servente deu seis versões. Em uma delas, ele estaria viajando com o casal e teria sido deixado numa rua e o casal continuou seguindo em frente com a garrota.

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Só que, em depoimento, durante as investigações, o casal negou a versão de Júlio, dizendo que nunca estiveram com Vitoria. O mesmo carro que o servente aponta ter sido usado foi periciado e não foi encontrada nenhuma evidência. Eles teriam sido, posteriormente, liberados por falta de alguma prova concreta.

Foi feito um pedido de prisão pela polícia, que diz ser necessária essa prisão temporária, para resguardar todo o acesso dessa investigação. Para que os fatos sejam devidamente esclarecidos, até mesmo, diante de novos fatos que podem surgir em meio ao caso.

Também para se dar uma resposta ao grande clamor da sociedade diante desse caso. A prisão já foi decretada por 30 dias pela Justiça.

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