Após a prisão do filho, a ex-BBB Elis Nair postou um vídeo na internet no qual ela comenta sobre o [VIDEO] caso. Segundo Elis, o filho Jhefferson Gonçalves Nunes, 22 anos, estava internado em uma clínica de reabilitação, pois o jovem é viciado em drogas. A mulher também comentou que não recebeu nenhuma ligação da clínica afirmando que seu filho teria fugido do local.

De acordo com informações do portal G1, Elis participou do Big Brother Brasil, em 2017, mas acabou sendo eliminada no sexto paredão, na época ela foi apelidada de ''Mensageira do Caos'', pelo apresentador do programa Tiago Leifert.

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A participante foi indicada ao paredão pela líder Emily Araújo, que acusou a mulher de estar mentindo e manipulando o jogo.

O crime

Em depoimento à Polícia Civil de Brazlândia, Jhefferson disse que teria discutido [VIDEO] com André Luiz Bispo de Ataides, de 28 anos, na noite deste domingo (10).

Na ocasião, a vítima levou em torno de cinco facadas no peito e acabou falecendo no local. Segundo a polícia, Jhefferson costuma frequentar as bocas de fumo do Incra 8. Ele também é conhecido pela região com o apelido de "Tattoo", pois trabalha com tatuagens.

Nunes também contou que teria ingerido por volta de quatro garrafas de uísque, antes de se envolver na primeira discussão Ataides, logo em seguida, ele adentrou em sua residência pegou uma faca e colocou na cintura. Minutos depois o rapaz voltou a se encontrar com André, o qual teria começado uma nova discussão.

Segundo ele, André começou a provocar um de seus amigos e os dois começaram a brigar. No momento da confusão, Jhefferson afirma que tentou separar os brigões, mas acabou se irritando e desferiu várias facadas contra a vítima, mas de acordo com versão da polícia, o rapaz teria golpeado André repentinamente, enquanto ele discutia com outro homem sobre valor do ingresso para entrada em uma casa noturna.

A polícia supõe que Nunes pensou que conversa tratava-se de uma briga, foi então que ele partiu em direção à vítima e golpeou-a pelas costas, depois de caído André recebeu mais cinco facadas no tórax - estima-se que no momento do homicídio Jhefferson estaria sob o efeito de drogas.

Para impossibilitar uma reação da vítima, o suspeito contou com a ajuda do amigo Paulo Henrique de Souza, de 20 anos, o qual teria ajudado o suspeito a se esconder após o crime. Mais tarde a dupla foi presa em flagrante no Setor Tradicional de Brazlândia, no momento da abordagem, os suspeitos tentaram prender fuga pelo telhado de uma residência, mas acabaram presos e foram levados a 24ª DP, com Jhefferson foi encontrado a arma do crime, uma faca de 20 cm.