A não ser que a seleção brasileira de Futebol se sagre campeã da Copa do Mundo 2018 realizada em território russo, pode-se dize até agora que as experiências para alguns brasileiros, cidadãos comuns e profissionais ligados a área do esporte não têm sido das melhores nas terras do presidente Vladimir Putin.

Experiências negativas não param de acontecer com os cidadãos do Brasil e o pior, na grande maioria das vezes provocadas por eles próprios, tais como assédio sexual, constrangimento das estrangeiras e importunação de crianças locais em mais de uma ocasião.

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Como se não bastasse até mesmo Gilberto Barbosa, assessor do coronel Nunes, que é o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), fez questão de espatifar um copo na cabeça de um outro brasileiro na cidade de São Petesburgo há dois dias, sob a alegação de defender o chefe.

O incidente mais recente agora do qual se tem nota é com o conhecido e também controverso locutor esportivo Galvão Bueno pertencente ao quadro de colaboradores de prestígio da Rede Globo de televisão, o qual está longe de ser uma unanimidade nacional.

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Tudo aconteceu quando Galvão se deslocava de trem da capital da Rússia, Moscou, até São Petersburgo, pois em um vídeo veiculado em diversas redes sociais na última quinta-feira (21), o global discute acintosamente com o comissário, funcionário da companhia ferroviária.

O motivo dos ânimos alterados foi pelo motivo de o locutor exigir um assento localizado somente na classe executiva; entretanto, ele foi comunicado de que todas as poltronas daquela seção se encontravam ocupadas.

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Pronto! Foi o que bastou para que o Galvão ficasse fora de si e começasse uma discussão acalorada com o funcionário, elevando inclusive a voz para com o russo.

Bueno berrava a seguinte frase em inglês: “não aponte o dedo pra mim”, enquanto ele mesmo apontava o dedo para o comissário da locomotiva. Na medida em que o empregado russo dizia que não havia assento livre, Galvão respondia gritando: "sim, assento disponível”.

Depois de todo esse bate boca não se sabe ao certo como tudo terminou, isto é, se Galvão conseguiu ou não o assento que tanto queria na classe executiva, uma vez que o autor do vídeo foi embora antes que o imenso problema na vida do narrador global fosse resolvido.

Vale frisar de que Galvão Bueno é a voz e também a cara do departamento de esporte da Rede Globo por mais de 30 anos nos quatro cantos do Brasil e até mesmo no exterior.

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