Uma menina com Síndrome de Down esperou mais de três horas para participar do grupo de dança junina, que fica em Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina. Segundo os pais, a menina teria sido excluída em um canto pelos colegas e pelos professores da Escola municipal. Em suas redes sociais, os familiares fazem o compartilhamento de várias imagens da menina num canto, sozinha, dentro do colégio.

Esse descaso aconteceu no colégio Edith Willecke e a Secretaria Municipal de Educação de Bombinhas disse que a menina tem participação das várias atividades e que, no caso da festa, a menina deveria ter sido levada pelos familiares.

Continua a Secretaria que esse procediment, é feito por todos os pais, por causa da concentração antes da dança.

A menina não sabe falar, estuda 8 anos no colégio, como informa os pais, e, cerca de 2 meses, ela aguardava para participar dessa festa. Segundo o pai da menina, todo dia a menina desejava ir para essa festa, porque ela iria se apresentar. Segundo o pai, compraram até um vestidinho de prenda. Faltavam três semanas, o pai diz, tiveram que marcar a data do evento em um calendário e todo o dia, a sua filha olhava para ver se a festa estava chegando, ansiosa pelo tão esperado dia.

Já a mãe da menina informou que no dia do evento eles chegaram às 17h45 na escola. Porém, a menina ficou esperando até as 20h45 para participar dessa festa. Diz ainda a mãe que sua filha estava toda vestida e fazendo ensaios da dança sozinha. Depois de algum tempo, sentou em uma pedra fria que ficava na localidade. Segundo a mãe da menina, não era possível que ninguém não tivesse visto a menina sentada nessa pedra ou fazendo seu ensaio solitário.

Ainda, conta o pai da menina que eles não sabiam o que fazer.

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Estava quase terminando a festa, ela estava balançando a cabeça, cada vez mais triste. Então, diz o pai, falaram no microfone que era a última apresentação. O pai disse, que achou ser a vez da sua filha, mas, não foi. A menina estava decepcionada, relata o pai.

Os pais da menina ainda disseram que buscaram explicações com a diretora e a vice-diretora da escola. Segundo eles, foram informados que a menina tinha dito na sala que não desejaria participar da dança, porém, ela poderia entrar nos muitos grupos de dança que haviam na festa junina.

Segundo os pais, eles não foram informados disso. Depois disso, segundo o pai, colocaram um balé (musica) para ela dançar, e os pais não entenderam nada. O pai ainda conta que, em casa, a menina segurava seu braço e ensinava ele a dançar.

Segundo os pais da menina, estão procurando uma outra escola para a jovem.

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