Luana Alves de Albuquerque, 25 anos, foi vítima, neste domingo (21), de mais uma tragédia que envolve a ação de bandidos no Rio de Janeiro. A jovem foi morta a facadas enquanto voltava de um passeio junto com a família. O pneu do carro furou e, enquanto seu marido estava realizando a troca, Luana permanecia no carro com suas filhas, uma de sete meses que estava no seu colo e outra, de 2 anos e meio, sentada ao seu lado.

Segundo as informações, ela teria ficado nervosa com a chegada do assaltante e ele golpeou-a no pescoço com uma faca.

A Polícia informou que a família estava vindo de um passeio na praia, na altura de Itaguaí, pela Rodovia Rio-Santos (BR-101). Foi quando o pneu do carro furou e eles tiveram que parar para a troca. Cosme Joaquim, marido de Luana, 40 anos, estava realizando a troca do pneu e Luana ficou com as filhas no banco de trás com a porta aberta aguardando.

Nesse momento, um homem de bicicleta se aproximou.

Para os investigadores, o marido dela afirmou que não percebeu a chegada do homem para assaltar. Ele só ouviu a sua esposa chamar pelo seu nome e quando foi atender, viu ela já caída toda coberta de sangue. A sua filhinha de sete meses também estava com sangue que teria vindo da mãe, mas ele, na hora, achava que as duas tinham sido feridas. A outra filha estava chorando e em pânico.

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Polícia

A jovem estava com feridas no pescoço. Ele foi pedir ajuda, mas ela faleceu no próprio local.

O bandido levou o celular da jovem, dinheiro e documentos de Cosme que estavam no carro. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso.

Muito sangue

O marido de Luana contou que sua filha ficou encharcada do sangue da mãe. Cosme lembrou que enquanto trocava pneu ouviu um grito da mãe e o choro da filha.

Em decorrência de ser um lugar aberto, ele decidiu parar naquela região para o conserto. Foi quando chegou esse marginal com más intenções.

Uma das coisas que Cosme ouviu, foi sua mulher gritar: "Se quer o celular, vai pegar". Pode ser que o bandido tenha ficado irritado com algum tipo de reação ou palavra dela.

Desespero

Ao ver a tragédia, Cosme pegou a filha mais velha no colo e foi pedir ajuda.

Um posto policial fica a 500 metros do local onde pararam. A menina estava chorando sem entender o que tinha acontecido e ficava chamando pela mãe.

Três horas antes do assassinato, Luana havia postado uma foto demonstrando a sua gratidão e alegria por estar com a família. Ela estava sorrindo num restaurante na Praia de Coroa Grande, em Itaguaí.

Ao saber da morte de Luana, sua mãe ficou em estado de choque e começou a passar mal.

Uma tia pediu orações para os pais dela, que, há pouco tempo, já tinham perdido um outro filho.

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