Um homicídio chocou a região de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Dircelene Botelho, 51 anos, era empresária na região e foi supostamente morta pela própria filha Paloma Botelho Vasconcelos, de 21 anos.

As investigações revelaram que Paloma teria matado a mãe com a ajuda do namorado Gabriel, 26. O casal teria tentado imobilizar Dircelene, mas ela reagiu. Decidiram então usar formol para fazê-la desmaiar. A filha teria tentado usar uma injeção de ar para induzir uma embolia, mas não conseguiu. Os dois então teriam recorrido à asfixia.

Ainda de acordo com o depoimento, o casal utilizou um estetoscópio para ter certeza de que a mulher estava morta.

Inicialmente, como não haviam indícios de crime, a vítima foi enterrada. O delegado André Prates explicou que o casal mexeu na cena do crime e o marido, Manuel da Silva, acreditou que a mulher tinha sofrido um infarto. Além disso, não havia sinais evidentes de ferimentos ou luta corporal.

O rumo das investigações mudou quando o viúvo resolveu checar câmeras de segurança que tinha na casa onde vivia com a mulher e a enteada.

De acordo com o laudo do médico legista obtido pelo jornal Extra, “a causa mortis decorre de asfixia por sufocação direta”.

Como a empresária fluminense já vinha desconfiando de que a filha furtava seu dinheiro, solicitou que seu companheiro instalasse câmeras pela casa, inclusive no quarto da vítima, para flagrá-la.

A relação entre a mãe e a filha já não era boa nos últimos tempos. De acordo com depoimento de Paloma, a filha teria começado a planejar a morte da mãe quando foi supostamente obrigada a abortar um bebê em 2017.

Mãe implorou para não morrer

Segundo apurou a Polícia, antes de morrer, a mãe, que foi torturada por cerca de 40 a 50 minutos de acordo com reportagem do programa ‘Brasil Urgente’, implorou para não morrer. A senhora disse à filha: "Não me mate, filha! Sou sua mãe. E te amo!", disse Dircilene. Por outro lado, ela acabou ouvindo da própria filha: "Eu não tenho mãe".

A filha, que confessou o crime, mas é tratada como suspeita até a condenação, disse que sofreu forte influência do namorado, Gabriel, 26, e, em sua versão, disse que matou por desentendimentos com a mãe.

A jovem e o namorado foram presos.

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