Eduarda Herrera de Mello, de apenas 9 anos, saiu de casa para brincar e não voltou mais. A família informou que a menina desapareceu neste último domingo (21) e hoje, cerca de 12 horas após o ocorrido, o corpo da criança foi encontrado às margens da ERS-118, na região metropolitana de Porto Alegre. Na manhã de hoje, um motorista entrou em contato com a Polícia informando que havia um corpo no matagal, próximo ao encostamento. [VIDEO]

A família de Eduarda foi para o local, mas os policiais impediram que eles se aproximassem, só que a mãe da menina conseguiu entrar na mata e viu que era sua filha, entrando em desespero e precisando ser amparada.

Agora a família acredita que a menina foi vítima de criminosos para um ritual religioso.

Kendra Herrera, mãe da vítima [VIDEO], disse que ao entrar no matagal, viu que havia diversas balas e outras coisas próximas ao corpo da filha e tudo foi recolhido pelos policiais. A investigação já começou e não confirma o ritual religioso, porém, não descartou nenhuma hipótese e irá trabalhar com todas as possibilidades. Algumas diligências investigativas já estão sendo feitas e o caso segue sendo apurado, mas de acordo com a polícia, é muito cedo para afirmar qualquer coisa, principalmente, o motivo da morte da criança.

Andrea Magno, delegada responsável pelo caso, quer aguardar um pouco mais, ver o que os investigadores conseguem de concreto, para, aí sim, começar a ter uma noção do que pode ter ocorrido.

Desaparecimento

De acordo com a família, Eduarda saiu na noite deste último domingo para brincar na rua de casa, na zona norte da capital gaúcha. Uma criança que também estava lá brincando disse que um carro se aproximou e um homem começou a conversar com elas. Eduarda entrou no carro vermelho que saiu em disparada.

Vizinhos alegam que esse veículo circulou por um bom tempo no bairro, passando por lá durante todo o domingo, talvez já analisando quem seria a vítima, ou já tentando encontrar Eduarda.

A polícia não sabe se ela foi vítima por acaso, ou se eles estavam interessados nela mesma. Imagens das câmeras de segurança das ruas da região serão analisadas pela polícia, para ver se assim é possível encontrar alguma pista que leve aos criminosos. Como ninguém anotou a placa do carro, essas imagens são a única forma de identificar o veículo.

A tia de Eduarda contou que ela era uma menina muito simpática, extrovertida e sempre era alertada para não se aproximar de estranhos, por isso ninguém sabe o motivo dela ter se aproximado do veículo e que talvez o homem tenha oferecido algo para ela.