Esta semana, um caso de traição se tornou viral nas redes sociais. Pelo fato de uma mulher inventar um sequestro para justificar os 4 dias que ficou fora de casa ao lado do amante.

Alline Figueiredo da Cruz, de 28 anos, e seu amante identificado como Marcelo de Souza Arruda, foram presos na segunda-feira (22), após forjarem um falso sequestro. O caso foi registrado na cidade de Várzea Grande, no Mato Grosso (MT).

De acordo com os familiares da mulher, a última vez que ela foi vista foi na noite de quarta-feira (17), quando ela saiu de casa alegando que ia participar de um curso de estética e beleza.

Desde então, a mulher não foi mais vista. Na quinta-feira (18), familiares registraram um boletim de ocorrência relatando o sumiço da mulher. A Polícia fez buscas na região mas ela não foi localizada.

Familiares da mulher relataram para a Polícia, que haviam recebido telefonemas de um suposto sequestrador, afirmando que ele estava com Alline, porém, pediu para a família não chamar a polícia caso contrário ele mataria a vítima.

No domingo (21), à noite, a polícia recebeu uma ligação da vítima pedido ajuda.

Alline relatou para a polícia que havia sido sequestrada e mantida em cativeiro por 4 dias. Porém, algumas testemunhas informaram que ela tinha sido vista em um bar na companhia de um homem.

A confissão

A mulher foi questionada pela polícia e acabou confessando que havia simulado um sequestro para se encontrar com o amante que ela tinha conhecido pela rede social Facebook.

Segundo ela, o falso sequestro era para justificar os quatro dias que ficou fora de casa com a amante que ela conheceu há cerca de um mês. Segundo o delegado Diogo Santana, o casal de amantes irá responder pelo crime de falsa comunicação.

Outro caso semelhante

Na Colômbia, uma mulher informou à polícia que ela havia sido sequestrada e abusada, por isso uma operação de segurança foi implantada em Bogotá, para ajudá-la. Segundo informações da polícia, a mulher estava em um motel, no bairro de Marco Fidel Suárez, de onde chamou as autoridades para relatar que, supostamente, havia sido drogada e abusada. A mulher disse que a única coisa de que se lembrava era que estava em uma parada no Transmilenio, onde pediu ajuda a um homem e depois acordou em um lugar desconhecido.

Ela relatou que tinha dormido e ao acordar, o suposto “estuprador" tinha ido embora, então ela tomou a decisão de pedir ajuda. A mulher foi transferida para um centro de saúde para iniciar as investigações. Ao ser questionada pela polícia, a mulher acabou confessando tinha inventado o sequestro e o abuso para esconder a infidelidade do esposo.

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