Cristiana Brittes, esposa de Juninho Riqueza, ou Edison Brittes, presa temporariamente pela morte do jogador Daniel Corrêa, foi flagrada por câmeras de segurança entregando seu celular em uma assistência técnica da cidade de Curitiba. O proprietário da loja, que disponibilizou as imagens, revelou que a loira esteve em seu estabelecimento no dia 31 de outubro, quatro dias após a morte de Daniel, jogador do São Paulo que estava emprestado ao São Bento nesta temporada.

O jogador viajou para São José dos Pinhais para o aniversário da filha de Cristiana e Edison, Allana e não saiu vivo da cidade paranaense.

Segundo o proprietário do local, o casal chegou já no final da tarde em sua assistência técnica, para deixar o celular da mulher de Juninho Riqueza. Ela alegava que o aparelho estava com problema no áudio e no microfone. Como já era final da tarde (segundo o dono da assistência o casal esteve em seu estabelecimento por volta das 17h26 do dia 31 de outubro), o celular não pôde ser arrumado no dia.

A ordem de serviço ficou para ser executada no dia seguinte. Entretanto, no dia 1º de novembro, tanto Edison quanto Allana e Cristiana foram presos e o caso Daniel ganhou repercussão nacional.

Diante do notoriedade do caso, o dono do local reconheceu os clientes nas notícias policiais e tratou de acionar a Polícia, entregando o aparelho para as autoridades.

Dono da assistência técnica entregou celular de Cristiana à polícia

A assistência técnica escolhida pelo casal para o conserto fica no bairro São Lourenço, em Curitiba.

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O proprietário do local afirmou ao UOL que Cristiana Brittes deixou o celular na loja alegando que o aparelho estava com um defeito no microfone e no áudio. As imagens de segurança confirmam que o casal esteve no local. Confira:

Além do casal, outros três homens foram presos suspeitos de corroborarem o crime

A polícia também prendeu outras três pessoas por suspeita de ajudarem Edison, Allana e Cristiana no brutal crime que vitimou o jogador revelado pelo Cruzeiro.

Igor King, David Willian e Eduardo Henrique, que é primo de Cris. Os dois primeiros já deram seu depoimento e revelaram que ficaram dentro do carro no momento em que Daniel foi morto.

Eduardo ainda não depôs, o que deve acontecer nos próximos dias. O delegado do caso, Amadeu Trevisan, também já revelou que não irá ouvir novamente Edison Brittes, pois ele afirma que o suspeito muda sua versão a cada momento que as investigações avançam.

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