Uma importante testemunha do caso Daniel falou ao programa Cidade Alerta, da Record, que o jogador foi espancado por três homens, além de Edison Corrêa, o Juninho Riqueza, e os quatro seguiram dentro do carro para 'terminar o serviço' que começou dentro da casa.

Essa testemunha seria amiga íntima de Allana, já que também disse que ao chegar na casa da família Brittes, tomou banho e foi dormir na residência. Em determinado momento, entretanto, ela ouviu gritos e pedidos de socorro. As vozes seriam de homens e mulheres.

Ao longo da gritaria, inclusive, ela disse que ouviu o jogador implorar pela vida. Esta testemunha confirma que ficou com o jogador de futebol na boate onde foi comemorada a festa de aniversário de 18 anos da filha de Juninho. A menina que estava na cena do crime falou nesta segunda-feira (5) à emissora e também já deu seu depoimento oficial à Polícia em São José dos Pinhais (PR).

Outra revelação importante que acaba contradizendo o depoimento da família Brittes aconteceu quando a testemunha disse que Allana já conhecia Daniel há muito tempo.

"Ele conhecia a Allana, tanto que foi ao aniversário dela um ano atrás. Depois da festa, os pais da Allana chamaram todos para irem na casa deles", disse. Segundo a história, o jogador pegou um outro Uber, já que não havia mais espaço no carro em que ela se encontrava.

Daniel estava vivo quando saiu de casa

A moça também garantiu que o jogador, assim que foi colocado no porta-malas, ainda estava com vida. Chegou-se a pedir pela vida dele, mas alguns acreditaram que ele estava morto. Aí então que se constatou que ele ainda estava com vida.

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Ainda nesta segunda-feira, Edison Brittes, Allana e Cristiana Brittes deram seus depoimentos. Em entrevista ao Cidade Alerta, o advogado de defesa da família disse que Cristiana já havia deposto e dito que sofreu realmente momentos de terror dentro do quarto, inclusive, confirmando a tentativa de estupro cometida por Daniel. Ainda relatou que o próprio fato de divulgar fotos nas redes sociais era um crime.

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