O homem identificado como Michel Flor da Silva já se encontra dentro de uma prisão e declarou ter matado a moça após ter lhe oferecido uma carona, e ainda deu os detalhes dos últimos passos da jovem.

Michel tem 28 anos de idade e já está preso suspeito de ter praticado o crime que acabou com a vida de Rayane Paulino, de apenas 16 anos de idade.

Segundo a Polícia, o suspeito confirmou que praticou a ação criminosa e ainda relatou detalhadamente como tudo aconteceu na madrugada do dia do assassinato.

Os delegados responsáveis pelo caso levantaram a hipótese de Rayane ter sido estuprada antes de ser asfixiada, embora o suspeito tenha alegado que o ato sexual teve o consentimento da vítima.

Caso Rayane

A jovem Rayane Paulino Alves, de 16 anos, estava desaparecida desde o dia 21 de outubro, após ter saído uma festa rave que foi realizada em um sítio na cidade de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo.

Os pais da garota ficaram desconfiados de que havia alguma coisa errada quando, às 5h, a filha ainda não havia voltado para a casa.

Eles acionaram o 190 após não conseguirem êxito no contato com Rayane e, rapidamente, a Polícia Militar iniciou as buscas que ocorreram durante mais de uma semana até que o corpo da garota ser encontrado em estágio avançado de decomposição.

Entenda como uma caneta levou a polícia até o assassino de Rayane

Ontem pela manhã, os delegados Rubens José Ângelo e Jair Barbosa concederam uma entrevista coletiva na cidade de Mogi das Cruzes contando que Michel Flor da Silva, já detido na noite da última terça-feira (30), seria o suspeito de ter tirado a vida de Rayane.

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Polícia

Durante a coletiva, os delegados detalharam como eles conseguiram chegar até o criminoso por meio das investigações policiais. De acordo com os policiais, graças a utilização da tecnologia juntamente ao empenho dos investigadores, foi possível desvendar esse caso rapidamente.

Segundo o delegado Ângelo, uma caneta encontrada no local onde o corpo de Rayane foi achado ajudou a confirmar que Silva tinha praticado o crime contra a jovem.

Havia um nome de uma empresa de construção impresso na caneta prateada e esverdeada.

Na hora da prisão de Michel, o delegado pediu emprestada uma caneta e o segurança entregou uma com as mesmas características, alegando tê-la recebido de brinde.

A caneta é uma prova contumaz, onde foi possível concluir que Michel esteve presente na cena do crime.

O delegado também disse que após o crime, o suspeito estava indo trabalhar normalmente como se nada tivesse ocorrido.

E que desde o dia 28 já tinha conseguido as provas contra o acusado, e somente não o prendeu devido ao período eleitoral, que impede a ação.

A prisão temporária do acusado se deu pelo crime de homicídio quadruplamente qualificado e estupro.

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