Com a data limite de prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Fernando Haddad, ex-prefeito da cidade de São Paulo mandou as informações com suas receitas e despesas durante sua campanha à presidência.

Segundo informações disponibilizadas, revelam que os gastos do ex-prefeito Haddad, foram 15 vezes superiores aos gastos do presidente eleito Jair Bolsonaro, com quem disputou o segundo turno.

Haddad declarou ter gasto R$ 37,5 milhões com a sua campanha e teve uma arrecadação de R$ 35,3 milhões, deixando assim o petista com uma dívida de R$ 3,8 milhões.

A candidatura de Haddad também obteve uma entrada de dinheiro 8 vezes superior a de Bolsonaro. De acordo com os dados, 95% do dinheiro investido na candidatura do petista, veio do PT, sendo R$ 33,6 milhões. Outros 5% são referentes a doações, via internet que renderam R$ 111.069,18, arrecadação coletiva R$ 1,5 milhão e apenas R$ 26.824,32 vieram de pessoas físicas.

Gastos de Bolsonaro

Na primeira prestação de contas do presidente eleito, foi verificada a existência de irregularidades nos documentos apresentados por sua equipe ao Tribunal Superior eleitoral.

Bolsonaro [VIDEO] afirma, ter tido uma arrecadação de R$ 4,4 milhões, tendo com gastos o valor de R$ 2,5 milhões.

Segundo uma análise preliminar, feita nessa segunda-feira (12), pela equipe técnica do TSE que verificou a presença de 17 possíveis irregularidades sobre a prestação de contas do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo informações, o candidato e sua equipe deixaram de emitir diversos dados em documentos disponibilizados ao TSE.

Ao verificar a falta de consistência nas informações disponibilizadas, pela equipe de Bolsonaro, o ministro Luís Roberto Barroso, Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu esclarecimentos das contas.

No total, eram 9 documentos com os demonstrativos de receitas e despesas, extratos bancários, incluindo informações sobre os representantes legais da campanha. Além de valores que representam as sobras da campanha e gastos com viagens e hospedagens.

O PSL apresentou informações como, R$ 35 mil em prestações de trabalho da empresa AM4 Brasil, que prestou serviços de mídia digital, que incluíram, monitoramento e criação de conteúdo para redes sociais, além de administração do site e desenvolvimento de aplicativos. Apresentando também na nota fiscal, custos sobre a gráfica Stamp, no valor de R$ 28.800.

Na prestação de contas também foi incluso um contrato com Matrix Produção de Eventos, responsável pela contratação de recepcionistas e fabricação de pulseiras, no valor de R$ 32.000. Também foram apresentadas contas com a empresa Studio Eletrônico, responsável pela criação de vídeos e de programas eleitorais, no valor de R$ 525.000.

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