Mais um capítulo na história do assassinato brutal do jogador meio-campista [VIDEO] do São Paulo, emprestado ao time do São Bento, Daniel Corrêa, de 24 anos, foi escrito nesta quinta-feira (8), junto à Polícia Civil do estado do Paraná.

Isso porque o delegado responsável pela investigação do caso, Amadeu Trevisan, da Delegacia de Polícia Civil da cidade de São José dos Pinhais, região da grande Curitiba, deu início à escuta dos depoimentos dos familiares do esportista morto na manhã do dia 27 de outubro.

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Mãe e tia de Daniel depõem à Polícia Civil

De acordo com o advogado Nilton Ribeiro, que acompanha as familiares do jogador Daniel, elas prestaram os seus depoimentos diante do delegado Trevisan [VIDEO] por aproximadamente trinta minutos.

A tia do rapaz fez questão de frisar aos policiais que Allana Brittes trocou mensagens por meio do aplicativo do WhatsApp com a mãe de Daniel e se colocou à disposição para a ajudar no que fosse necessário.

Ao ser indagada na ocasião sobre o paradeiro de Daniel, Allana disse desconhecer onde ele estaria, mas assegurou que reinou um clima de tranquilidade no aniversário na casa dela e que o futebolista acabou indo embora em torno das 8h do sábado.

A mãe de Daniel pediu para que Allana fosse com os pais ao IML para obter informações sobre algum cadáver que pudesse ser o de Daniel. Foi aí que a garota enviou uma foto como se estivesse em alguma avenida, dentro de um automóvel, isto é, como se estivesse realmente indo ao IML.

A tia de Daniel falou ao delegado que Allana Brittes aparentava tristeza com o sumiço de Daniel, mas as duas não se falaram mais naquele domingo.

Na segunda-feira, Edison Brittes conscientemente passou a mão no telefone e ligou para a mãe do jogador dando-lhe os pêsames pela tragédia da perda do filho, falou a tia no depoimento. Assim que soube que Juninho Riqueza confessou o assassinato do moço, a mãe referiu-se à família Brittes como sendo composta de pessoas monstruosas.

Cristiana e Allana Brittes são transferidas para Curitiba

Cristiana Brittes, esposa de Edison Brittes, e a filha deles, Allana Brittes foram transferidas [VIDEO] na tarde desta quinta para o 5º Distrito Policial de Curitiba.

Ambas, a partir de agora, aguardarão a liberação de vagas no sistema penitenciário. Por sua vez, Edison continua na delegacia da cidade esperando a sua vez para conseguir uma vaga no sistema penitenciário do Paraná.

Mais um suspeito foi preso em Foz do Iguaçu

Na noite passada, o jovem Eduardo Henrique da Silva foi preso na cidade de Foz do Iguaçu, interior do Paraná e fronteira com o Paraguai.

Outros suspeitos, Igor King e David Willian Villeroy da Silva, também se apresentaram nesta quinta e serão submetidos aos depoimentos nesta sexta-feira (9), às 10h.