Daniel era jogador do São Paulo, mas foi emprestado ao São Bento, porém, o atleta foi assassinado no dia 27 de outubro, na região metropolitana de Curitiba, Paraná. Aos 24 anos, o craque partiu, deixando a família em luto, além da tristeza dos amigos e colegas de trabalho. Daniel chegou a jogar nas categorias de base do Cruzeiro, tendo passagem também pelo Botafogo e Coritiba.

A Polícia agora está investigando a morte do jogador e o que já foi confirmado é que ele foi vítima de homicídio, porém, ainda há muitas perguntas a serem respondidas.

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Edison Brittes Júnior assumiu o crime. Ele contou que estava em casa quando ouviu a mulher gritando por socorro. Ela estava no quarto e quando ele entrou, se deparou com Daniel sem as calças e ficou furioso, vindo a tirar a vida do jogador.

Uma testemunha contou que a vítima foi espancada por cerca de quatro homens, depois foi colocado no porta-malas de um carro e saíram com ele. O corpo foi encontrado em um matagal.

Edison foi preso temporariamente, juntamente com a esposa a filha, pois há relatos que a família está envolvida no crime.

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A polícia teria sido informada que nesta última segunda-feira (29), os três se reuniram com as testemunhas para combinar uma versão para contar sobre o crime e um dos que estavam presentes não gostou e foi ameaçado.

As dúvidas sobre o caso

A polícia segue com as investigações, pois ainda há muito o que verificar, veja quais são as principais dúvidas neste caso:

Envolvidos: até agora a polícia não sabe quem exatamente está envolvido na morte de Daniel.

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Edison já confessou o crime, mas os investigadores sabem que mais pessoas se envolveram no crime.

Roupa de Cristiana: Edison disse à polícia que trocou a roupa da mulher em casa, quando ela disse que estava se sentindo mal. Ainda segundo Edison, ele escovou os dentes da esposa, vestiu pijama nela e a colocou para dormir. Porém, na imagem que Daniel enviou a um amigo, Cristiana estava com a mesma roupa que foi à festa de aniversário da filha.

Gritos de socorro: Edison contou que ouviu a mulher gritando por socorro e chegando ao quarto viu Daniel sobre ela.

Só que uma testemunha afirmou que Edson estava fora da casa e quando entrou para procurar pelo jogador é que os gritos começaram.

Arma usada no crime: Edison disse que tinha uma faca no carro. Mas uma testemunha contou que ele foi até a cozinha pegar a faca.

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