Pedro Jorge dos Santos Teixeira, que é pastor evangélico, está sendo acusado por quatro fiéis de sua própria igreja. Segundo as vítimas, o religioso oferecia cura, mas em troca ele pedia que os beneficiados tivessem relações sexuais com ele. Os denunciantes ainda falaram que o pastor dizia que o anjo Camael incorporava em seu corpo e assim ele poderia proporcionar uma cura espiritual e física as suas vítimas.

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Diante de todas essas acusações, o pastor acabou sendo preso e vai responder a um processo na Justiça sob a acusação de violentar ao menos quatro adolescentes que frequentavam sua igreja, que fica localizada na zona leste de São Paulo.

Segundo relatos de uma das vítimas, publicado em uma reportagem do G1, o acusado dizia que recebia o anjo Camael, e para obter a cura, era necessária a relação sexual.

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O garoto conta que era viciado e que o religioso usava desse problema para enganá-lo e, assim, conseguir manter relação, tudo em troca de uma cura. O estudante afirma que era bem ingênuo, e que acreditava cegamente no pastor, e nunca desconfiou de toda essa mentira. O jovem ainda contou que foi sua avó que o autorizou a ceder a entrevista para o G1. Ele apenas sugeriu que sua identidade fosse preservada, e nem que sua imagem aparecesse.

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Polícia

Os jovens eram enganados com histórias fantasiosas

De acordo com a publicação, uma das vítimas relatou para a Polícia que desejava ter uma relação amorosa com um filho adotivo do suspeito, mas, para isso, ela antes teria que perder sua virgindade com o suposto “anjo Camael”, e somente assim seria possível o namoro dela com o filho do acusado. Ainda de acordo com o depoimento, a estudante manteve relações sexuais primeiro com o pai, Mas ela teria desistido e foi então que passou a ser ameaçada.

De acordo com a Promotoria, esses casos aconteceram entre os anos de 2014 e 2017. As vítimas tinham entre 14 e 17 anos de idade, sendo duas meninas e dois meninos. Os adolescentes afirmaram que, além das mentiras envolvendo o anjo, eles eram ameaçados de morte. Em sua defesa, o pastor afirma que todas as relações foram consesuais e se declara inocente perante todas as acusações.

Antes de ser preso, o pastor divulgou um vídeo nas redes sociais se defendendo de todas as acusações.

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Na gravação, ele fala que vai provar sua inocência para toda a sociedade. O vídeo foi publicado no dia 21 de setembro. O homem agora está à disposição da justiça.

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