Com o andamento das investigações, a cada dia surgem mais detalhes das circunstâncias que levaram o meia Daniel, jogador do São Paulo e que estava emprestado ao São Bento de Sorocaba, ser morto no último final de semana. Seu corpo foi encontrado em uma área de mata, na cidade de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, no Paraná.

Uma testemunha, que está sob proteção, detalhou em seu depoimento como foram as últimas horas do jogador e que ele havia se envolvido com a mulher do homem suspeito de ter cometido o assassinato.

O suspeito ainda teria pedido para que a versão dos fatos fosse mudada e assim criar um álibi.

De acordo com essa pessoa, que pediu proteção policial, o jogador estava em uma casa noturna de Curtiba para uma festa de aniversário de um amigo que eles tinham em comum. Em dado momento, ele e mais seis pessoas decidiram ir para a casa da mulher com quem Daniel estava se relacionando, onde ele acabou sendo flagrado pelo marido, em um dos quartos da casa.

O grupo chegou na casa por volta das 6 horas e ficaram bebendo e conversando. Em dado momento o jogador deixou o local e cerca de meia hora depois eles escutaram um pedido de socorro vindo de um dos quartos e correram para ver. Chegando lá encontram Daniel de cueca e camiseta, sendo espancado pelo suspeito e outros três homens com socos e pontapés. Enquanto era agredido, Daniel teria pedido para não morrer.

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No local onde ocorreu o espancamento havia marcas de sangue.

A testemunha relatou ainda que o grupo então pegou o jogador, praticamente desfalecido, o colocou no porta malas de um carro e saíram, levando também uma faca. O corpo do jogador foi encontrado com várias perfurações no pescoço e com o órgão genital mutilado.

Suspeito tentou mudar versão dos fatos

Ainda de acordo com a testemunha, o homem suspeito de ter praticado o crime teria tentado mudar a versão dos fatos e criar um álibi, chegando a usar o termo “o elo está fechado”.

Isso fez com que a testemunha decidisse procurar a Polícia, relatar os fatos e pedir proteção. Várias pessoas ligadas ao atleta foram ouvidas e os trabalhos de investigação estão adiantados.

A versão da testemunha também vai ao encontro de áudios que circularem de amigos do jogador, afirmando que viram ele deixando a casa noturna em um Uber.

O corpo do jogador foi velado em um ginásio de esportes de Conselheiro Lafaiete, cidade do interior de Minas Gerais, onde o atleta nasceu.

Alguns ex-companheiros compareceram ao local.

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