O movimento Brasil 200, idealizado por Flávio Rocha, o dono da Riachuelo, faz referência aos 200 anos de independência do Brasil, que será comemorado em 2022, ano em que se encerra também o mandato do atual presidente eleito, Jair Bolsonaro. É com a expectativa do grupo de empresários membros do movimento, junto a milhares de brasileiros que se lança uma enorme expectativa de melhoria, principalmente no âmbito econômico, durante esses 4 anos que estão por vir. Em seu site, o Brasil 200 define-se como "um grupo que resolveu tomar o lado do Brasil e não se omitir da construção de uma agenda política que ponha a nação em primeiro lugar."

Projeto de geração de vagas

É por meio desse movimento que está sendo lançada uma espécie de campanha, denominada de Empregue +1 – Empresários unidos a favor do emprego.

A iniciativa não tem ligação direta com o Governo, porém se faz em apoio a ele. A ideia de criar uma agenda para a geração de empregos a partir de 2019. Segundo eles, "chegou a hora do setor produtivo se unir pelo bem do país."

A iniciativa conta com o apoio da Fiesp e tem por objetivo gerar 1 milhão de empregos já no primeiro mês. Segundo o presidente do Brasil 200, o país conta com 22 milhões, e se houver a adesão de 5% deles, já serão 1 milhão de Vagas.

Hoje, o Brasil encontra-se em uma situação crítica em relação ao desemprego.

A última estimativa divulgada pelo IBGE apontava 12,7 milhões de desempregados no país. Como resultado, cresce também o endividamento crescente da população, que busca encontrar meios de honrar as dívidas e manter os serviços básicos como água, energia elétrica e alimentação. Apesar de ter ocorrido uma diminuição do número total de desempregados, o IBGE explica que o número não está sendo puxado por empregos de carteira assinada, mas sim, por empregos informais, por conta própria ou doméstico.

Recentemente, o clima de disputa e divisão entre apoiadores de Bolsonaro e do ex-presidente Lula se acirrou ainda mais mediante a declarações polêmicas.

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Jair Bolsonaro Vagas

Luiz Inácio Lula da Silva declarou: "Bolsonaro só venceu porque não concorreu contra mim". Em resposta, Bolsonaro publicou via Twitter: "só não concorri com Lula porque ele está preso, condenado por corrupção".

Tudo isso, junto à polêmica referente à suspeita de desvio de dinheiro, onde a Coaf apontou o depósito atípicode R$ 24 mil na conta da esposa do presidente eleito. Em defesa, Bolsonaro afirma que depósito de motorista na conta da mulher era pagamento de uma dívida.

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