O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou o recurso do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e determinou que Rafael Bussamra seja preso imediatamente. Ele é acusado de atropelar e matar o filho de Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas. O caso ocorreu há cerca de oito anos e a atriz aguardava por esta determinação da Justiça brasileira.

O filho da atriz andava de skate no túnel acústico quando foi atropelado.

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Rafael Bussamra estava envolvido em uma corrida ilegal de carros e dirigia em alta velocidade. A Justiça chegou a condenar Rafael, em 2016, a três anos e seis meses de prisão, mas em regime semiaberto. Depois, no entanto, a pena acabou sendo convertida em prestação de serviços à comunidade. O acusado começou a cumprir a pena conforme determinou o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

O Ministério Público do Rio resolveu recorrer e a decisão foi publicada nesta última quarta-feira (19).

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De acordo com o STJ, a conversão da pena deve levar em conta a conduta social e também a personalidade da pessoa que foi condenada, não podendo observar somente o prazo da pena que foi estipulada. A determinação acabou afetando também o pai do acusado, Roberto Bussamra, que sendo acusado de corrupção ativa, deverá cumprir 3 anos e 10 meses em regime semiaberto.

Cissa comemora decisão do STJ

A mãe do músico Rafael comemorou a decisão da Justiça de prender o motorista que matou seu filho.

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Polícia

Rafael Bussamra estava participando de um 'pega', em uma área que havia sido interditada para o trânsito na zona sul do Rio de Janeiro.

Apesar da Justiça já ter determinado que Rafael seja preso, Cissa Guimarães disse que ficará tranquila apenas quando a decisão for homologada, o que provavelmente acontecerá em fevereiro, por causa do recesso do Judiciário.

"Eu espero que essa justiça seja feita há oito anos", disse a apresentadora que prometeu rezar muito até fevereiro, para que a impunidade não prevaleça.

Vale lembrar que em 2016, o atropelador, Rafael de Souza Bussamra e também seu pai, Roberto Bussamra, entraram com um recurso na Justiça e conseguiram substituir a prisão que era em regime fechado para uma pena restritiva de direitos, por isso ele ficou prestando serviço à comunidade e com limitação de final de semana.

Rafael, além de ser condenado a 3 anos e 6 meses por homicídio culposo, quando não se tem a intenção de matar, teve a habilitação suspensa, mas só durante o tempo em que a pena durasse.

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O pai do rapaz foi condenado a três anos, 10 meses e 20 dias de reclusão por ter oferecido vantagens aos PMs, na tentativa de evitar que o filho fosse preso.

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