Nesta quinta-feira (27), muitos internautas decidiram usar o Twitter para protestarem contra o apoio que Silvio Santos tem dado ao presidente eleito, Jair Bolsonaro. A confusão toda começou por causa de uma investigação sobre Fabrício Queiroz, que já foi assessor de Flávio Bolsonaro e que é acusado de ter movimentado mais de R$ 1 milhão em sua conta bancária.

O SBT conseguiu passar na frente das demais emissoras e fez uma entrevista exclusiva com Fabrício Queiroz, só que isso acabou causando revolta em muitos internautas que agora estão acusando a emissora de Silvio Santos de ser conveniente com o suposto corrupto que segue sendo investigado pela polícia.

Estes internautas ainda alegam que o SBT não fez nenhuma pergunta ao ex-assessor do filho de Bolsonaro que de fato ajudasse a esclarecer as principais dúvidas sobre o caso.

Vale lembrar que Silvio Santos vem abrindo espaço em sua emissora para Jair Bolsonaro, como aconteceu no Teleton, quando o apresentador conversou com o presidente eleito. Teve ainda uma campanha divulgada no SBT que causou grande polêmica por causa dos dizeres: "Brasil, ame-o ou deixe-o".

Revolta no Twitter

Criativos, os internautas resolveram ironizar o suposto apoio que o SBT estaria dando ao presidente eleito e mudaram a sigla da emissora para "Sistema Bolsonaro de Televisão", sendo que este é um dos assuntos mais comentados no Twitter na tarde desta quinta-feira, dia 27.

Porém, esta tag não vem recebendo comentários apenas daqueles que criticam o SBT por apoiar Bolsonaro, internautas a favor do presidente eleito também estão deixando mensagens, o que tem gerando um tremendo bate-boca na rede social.

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Jair Bolsonaro Televisão

Confira alguns dos comentários deixados:

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro escolheu justamente a emissora de Silvio Santos para dar uma entrevista exclusiva.

Foi a primeira vez que Queiroz falou publicamente sobre as movimentações de R$ 1,2 milhão em sua conta, que foram apontadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o que acabou dando início a uma crise em torno de Jair Bolsonaro.

Queiroz disse que o dinheiro é resultante dos negócios que ele realiza, alegando que mexe com venda de carros e afirmou não ser um laranja, porém, em momento algum o assessor de Flávio Bolsonaro explicou os depósitos realizados em sua conta por funcionários do gabinete e também familiares que foram empregados pelo filho do presidente eleito.

Segundo Queiroz, ele tinha uma renda de R$ 10 mil mensais quando trabalhava como assessor e também faturava com sua ex-função e afirmou: "Sou um cara de negócios, eu faço dinheiro".

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