O proprietário de um restaurante [VIDEO] localizado em um bairro nobre da região centro-sul de Belo Horizonte teve uma atitude cordial com um morador de rua.

O fato aconteceu no início da tarde de terça-feira (4), quando um homem maltrapilho e descalço entrou no restaurante Benvindo, sentando-se à mesa. Então, o garçom se dirigiu ao proprietário, e perguntou-lhe se o referido senhor poderia ser atendido.

Provavelmente, o garçom teve essa iniciativa, pelo motivo que, em alguns casos, pede-se que a pessoa se retire do local, por se tratar de um morador de rua.

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Porém, o dono desse restaurante nobre, Gustavo Viana, demonstrou que não se importava pelo fato do homem estar malvestido, e disse ao garçom que não teria problema algum se ele quisesse almoçar naquele local.

Com toda gentileza, o garçom se aproximou do senhor, atendendo-o com toda a dignidade. Ele pediu uma entrada com frango, um filé, um refrigerante e um vinho.

O homem sentou-se à mesa do restaurante, mas com o propósito de pagar a conta. Foi o que constatou o proprietário Gustavo Viana, quando foi perguntado pelo garçom. “O garçom veio me perguntar se ele poderia ser atendido. Eu respondi que sim. Se ele quer almoçar aqui, qual o problema de estar malvestido?”, disse o dono.

Ele estava com uma nota de R$ 50 e só queria um tratamento igual, assim como todas as pessoas que frequentam o mesmo local.

O episódio foi relatado por uma professora e advogada que estava no mesmo restaurante

No mesmo restaurante, estava Daniela Zapata, uma professora e advogada que presenciou toda a situação. E por não se conter de alegria, relatou o fato em seu perfil no Instagram.

O assunto gerou grande repercussão na web, visto que a foto do morador de rua [VIDEO] teve mais 15 mil curtidas em diferentes perfis do Instagram. Isso, até o início da tarde desta quarta-feira (5).

O dono, Gustavo Viana, ficou assustado com o ocorrido, pois não imaginava que tivesse tantos comentários, uma situação que, segundo ele, parece normal uma pessoa simplesmente querer almoçar e pagar pela sua conta. Embora o proprietário tivesse recomendado ao garçom que não cobrasse a conta do morador de rua, esse, por sua vez, disse que fazia questão de pagar pelo que estava pedindo para comer.

Então, quando o senhor entregou uma nota de R$ 50 para pagar o almoço, o garçom retornou com o troco, pois foi cobrado somente o refrigerante que custava R$ 8.

Como já mencionado, Daniela, que ainda estava no restaurante, também relatou que o homem ficou indignado, pelo fato de sua despesa não ter sido cobrada integralmente, mas o garçom, educadamente, ressaltou que se tratava de uma cortesia pelo serviço prestado.