A justiça decretou a prisão dos suspeitos de terem assassinado o segurança Mauricio Marins dos Santos, que trabalhava em um shopping na zona leste da cidade de São Paulo. O crime ocorreu na última sexta-feira (15). Maurício Martins, de 38 anos de idade, foi vítima de latrocínio, que se caracteriza no crime de roubo seguido de morte.

O crime aconteceu após o segurança sair mais cedo do trabalho, justamente para levar sua filha ao psicólogo, devido ao trauma recente que ela havia passado na Escola Estadual Raul Brasil.

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A filha do segurança era uma das sobreviventes do massacre que ocorreu em Suzano, na quarta-feira (13).

Os relatórios da Polícia apontam que Marcos Henrique, de 24 anos, Gustavo Santos, de 22 anos, e Wesley Lima, de 20, abordaram o segurança ainda durante o dia, por volta das 17h30, no estacionamento aberto do Shopping Metrô Itaquera, onde o segurança trabalhava, enquanto Maurício subia em sua moto.

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Os três bandidos roubaram a arma do segurança e, com ela, atiraram na vítima. Em seguida, fugiram para uma favela local, onde ficaram escondidos. O segurança chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos.

O caso está sendo investigado em Artur Alvin, no sexagésimo quinto distrito policial. De acordo com a Polícia Civil, foram feitas as identificações dos suspeitos por meio de câmeras de segurança.

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Polícia

Pai de sobrevivente do massacre em Suzano

Maurício Martins dos Santos era pai de uma das alunas da Escola Estadual Raul Brasil, onde, na quarta-feira (13), aconteceu o massacre em Suzano, cidade da região da grande São Paulo.

O assassinato do pai ocorreu na mesma semana em que sua filha havia escapado da morte no massacre, que deixou um total de 10 pessoas mortas, incluindo os dois assassinos. O motivo de o segurança ter saído mais cedo do trabalho foi justamente para levar a filha no psicólogo, pois a garota encontrava-se muito abalada.

A família alega estar sendo difícil lidar com toda essa tragédia, pois ainda estavam se recuperando do susto que tiveram com o massacre em Suzano e, agora, acontece o assassinato do patriarca.

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