Houve na manhã dessa última quinta-feira (4) um evento para promoção do governo do Estado de Sergipe, onde um empresário cometeu um suicído. Estavam presentes nesse evento o governador de Sergipe e o ministro de Minas e Energia. O filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), aproveitou a notícia para criticar a segurança.

O vereador disse em sua conta no Twitter que houve mais uma falha na segurança do presidente Bolsonaro, pois, a segurança presidencial deveria estar muito mais atenta dentro desse tipo de evento.

Mesmo o porquê, o então candidato Bolsonaro foi vítima de um atentado. Dentro da instituição que cuida da segurança do presidente, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), que é comandada pelo general Augusto Heleno.

Esse comentário de Carlos levou ao gabinete ter um ambiente bastante pesado dentro de qualquer setor. Mesmo porque, o general Heleno, além de comandar o GSI, ainda é um forte conselheiro do presidente Bolsonaro.

As críticas do vereador e filho do Bolsonaro começaram quando um sargento da FAB (Força Aérea Brasileira) foi preso na Espanha ao transportar 39 kg de cocaína em um dos aviões que acompanharia o presidente na viagem a uma reunião do G20. Segundo Carlos, ele não anda com nenhum segurança e não acredita muito no GSI. O vereador esclarece que a maioria pode até ter uma boa intenção, mas estão sob um comando que não acredita mais.

Carlos Bolsonaro disse ainda que vem gritando isso há muito tempo e sempre foi ignorado por causa disso.

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Polícia Jair Bolsonaro

O suicídio

O caso do suicídio aconteceu no início da manhã de quinta-feira (4), em um evento chamado Simpósio Oportunidades para um Novo Cenário do Gás no Estado de Sergipe. Era um simpósio que discutiria com vários empresários as perspectivas desse setor dentro do estado. Um dos empresários chamado, Sadi Paulo Castiel Gitz se matou na frente do governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD), e do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Segundo várias testemunhas no evento, antes de cometer o ato, o empresário gritou que o governador seria um mentiroso depois do seu discurso dele. Logo após do grito, ele pegou a sua arma e atirou em sua própria boca. Muitas pessoas ficaram assustadas e o auditório precisou ser esvaziado e toda a programação foi cancelada.

Ao que parece, o empresário Sadi Paulo Castiel Gitz era dono de uma empresa de revestimento cerâmico chamado Escurial e a empresa está em um processo judicial.

A Escurial, que fica no município de Nossa Senhora do Socorro, que fica a 18 quilômetros de Aracaju, entrou em um processo de hibernação no mês de maio. Isso foi por causa de um caso difícil com outra empresa chamada Sergas. Essa empresa é de economia mista e atua também como fornecedora de gás natural em Sergipe.

A Escurial, que tem em torno de seiscentos funcionários, contestou na Justiça a política de preços da Sergas.

Na época da hibernação, a Sergas tinha cortado o fornecimento de gás, porque estavam acusando a empresa de revestimento de cerâmica estava devendo cerca de 100 dias de consumo diário do produto.

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