Moradores comentaram uma intensa troca de tiros, registrada na manhã desta quarta-feira (22) na comunidade da Vila Kennedy, que fica localizada em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com informações cedidas pelo G1, moradores da comunidade relataram pelas redes sociais que o confronto começou na madrugada desta quarta-feira e terminou apenas na parte da manhã.

A troca de tiros seria entre policiais militares e criminosos da região, segundo informações dos moradores. Após a intensa troca de tiros, o gerador de energia foi atingido com os disparos de arma de fogo e a luz acabou cortada na comunidade.

Alguns moradores chegaram a pedir a normalização da energia para Light (companhia de energia), mas até o final desta matéria, os moradores informaram que a comunidade continuava sem luz. O Batalhão de Polícia Militar não deu informações detalhadas sobre o caso.

A comunidade da Vila Kennedy é considerada uma das mais perigosas da zona oeste do Rio de Janeiro, tendo em vista o grande número de traficantes e também de armas de fogo. Localizada nas proximidades da Penitenciária de Gericinó, a comunidade é referência em questão de roubous de carro e também de motos.

Rio de Janeiro e o coronavírus

O estado do Rio de Janeiro é apontado pelo Ministério da Saúde como o segundo mais afetado pela pandemia do novo coronavírus, ficando atrás apenas do estado de São Paulo.

Nesse período de quarentena, foram registradas 461 mortes e mais de 5 mil casos confirmados da doença. A maioria das vítimas fatais eram aquelas que se enquadravam no grupo de risco.

Para coibir que novos casos de coronavírus surjam na cidade, o prefeito Marcelo Crivella informou por meio de coletiva de imprensa que a partir do dia 23 de abril será obrigatório o uso das máscaras cirúrgicas.

Segundo o prefeito, aquelas pessoas que forem pegas circulando pela cidade sem proteção, poderão ser detidas por agentes da segurança, e serão aplicadas multas ou até mesmo prisões. Marcelo Crivella informou que nesse momento de pandemia é fundamental a colaboração de toda a população carioca.

Além do uso obrigatórios das máscaras, outras medidas extremas foram tomadas por autoridades governamentais do estado para coibir a disseminação do vírus.

Nesse período de quarentena, ficam suspensas quaisquer atividades de lazer público, tendo como exemplo: ida à praia, cachoeira ou trilha.

Com o surto da proliferação do vírus, o governador do Rio, Wilson Witzel, informou pelas redes sociais que havia sido contaminado pela doença. Mesmo em casa ele continua a acompanhar os problemas do estado referentes a pandemia do vírus.

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