Um breve romance iniciado por meio da internet terminou em tragédia no último dia 20 de maio. O delegado Paulo Bilynskyj, foi baleado por seis vezes, e sua namorada, Priscila de Bairros, faleceu com um tiro no peito. Ainda do hospital, Bilynskyj afirmou que teria sido atacado pela modelo após sair do banho, e que a mesma teria disparado contra si posteriormente.

A jovem teria ficado irritada após ver mensagens no celular do delegado. O Relacionamento, que havia começado há poucos meses, se desenvolveu de maneira rápida. O casal morava junto há cerca de um mês, e estariam de casamento marcado para a próxima semana.

De acordo com o portal R7, a versão apresentada pelo delegado, de que a namorada teria tirado a própria vida, não bate com o exame necroscópico do corpo. A Polícia afirma que o trajeto do disparo que atingiu o coração da modelo reforça indícios de que o tiro não teria sido feito por ela. O crime ocorreu no apartamento de Bilynskyj, em São Bernardo do Campo, São Paulo.

Defesa da modelo não acredita na versão de Bilynskyj

Ainda de acordo com o R7, a defesa de Priscila de Bairros não acreditada na versão apresentada pelo delegado Paulo Bilynskyj. O advogado José Roberto Rosa acredita que o casal, de fato, poderia ter entrado em luta corporal após uma discussão e que, baleado, o delegado poderia ter tomado a arma da modelo e disparando fatalmente contra ela.

Um primo da modelo, que preferiu não se identificar, afirmou que a história precisaria ser investigada: "aquilo lá parece vício de alguém que usa muita arma".

Na última quinta-feira (28), policiais e peritos estiveram novamente no apartamento do delegado, e levaram a arma que teria sido utilizada no crime.

O pai de Paulo Bilynskyj também foi ao apartamento do filho para separar os pertences da modelo. Os objetos teriam sido deixados na portaria do prédio em sacos de lixo. Os familiares de Priscila teriam assinado um recibo de que estavam levando os pertences da modelo. "Não é justo conosco, com a Priscila , com a memória dela", desabafou uma prima de Priscila.

Fotos da perícia

Segundo a revista Época, através das fotos realizadas no local do crime, a pistola Glock 9 milímetros encontrada ao lado do corpo da modelo não poderia ter sido utilizada por ela, contradizendo mais uma vez a versão de Bilynskyj. Um delegado que investiga o caso questiona o motivo do delegado sustentar a versão de que Priscila teria tirado a própria vida, pois caso tivesse sido atacado e atirado na modelo, poderia alegar legítima defesa. "Se ele admitir que a modelo tentou matá-lo com esses seis tiros e ele acabou executando-a para escapar da morte, não pegaria nada porque estaria caracterizado legítima defesa", disse o policial.

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