Após divulgar informações pessoais sobre a menina de 10 anos que engravidou após sofrer abusos do tio no ES, a ativista de extrema-direita Sara Winter negou ter cometido qualquer tipo de crime. Segundo ela, o nome da menina já estava sendo compartilhado amplamente no Twitter. Além disso, Winter ainda afirmou que pretender oferecer “apoio jurídico” para a menor de idade, atuando assim “como assistentes de acusação”, na intenção de que o suspeito “seja punido rigorosamente”.

Para anunciar que oferecerá ajuda à família da menina, Sara usou seu perfil no Instagram, contudo, pouco tempo depois teve todos seus perfis removidos das plataformas sociais.

Perfis de Sara Winter saem do ar

Desde a manhã desta terça-feira (18), as contas oficiais de Sara Winter nas plataformas Instagram e YouTube não estão podendo ser acessadas. O fato acontece depois que a Justiça do Espírito Santo ordenou que todas as postagens realizadas por Winter envolvendo os dados da menina de 10 anos violentada pelo tio no ES fossem deletadas. Todos os internautas que denunciaram as publicações da bolsonarista foram notificados que um vídeo e duas imagens foram removidos pela plataforma do perfil pessoal de Winter, contudo, até mesmo o perfil da extremista saiu do ar.

Quando usuários das redes sociais buscam pelo nome da brasileira, o perfil oficial de Sara não aparece e os mesmos apenas veem outros perfis com o mesmo nome.

Diante do ocorrido, o site Tilt, do portal UOL, foi em busca de informações e descobriu que o perfil da extremista não foi removido pela plataforma, como ocorreu com as publicações.

Mesmo assim, ainda não se sabe se foi a própria Sara Winter quem optou por desativar seus perfis nas plataformas ou se foi alvo de algum tipo de ataque virtual.

Usuários pediram a exclusão das contas de Sara

Milhares de internautas deram início a correntes pedindo para que os perfis de Sara Winter nas redes sociais fossem denunciados. Isso porque o Instagram pode inativar um perfil quando recebe um determinado número de denúncias, contudo, o portal Tilt não conseguiu saber se foi isso que ocorreu.

Já no YouTube, a conta da ativista foi removida pelo Google por infringir as normas da plataforma.

YouTube envia nota sobre o assunto ao portal

Procurada, a plataforma YouTube enviou um comunicado ao Tilt no qual afirmou que o site possui “políticas rígidas”, políticas essas que “determina os conteúdos que podem estar na plataforma”. Diante disso, eles afirmaram ainda que encerram todos os canais que violem tais regras de forma repetidamente, contudo, optaram por não mencionar o caso específico de Winter no comunicado.

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