Michel Temer e aqueles que estão em sua equipe já deram sinal de que será preciso rever os gastos do governo para que a economia do Brasil volte a crescer e isso significa que serão cortados gastos em diversas áreas. E uma das medidas sugere que a prioridade é por fim nas vinculações constitucionais e os gastos com a saúde, o qual já é reduzido e pode ser ainda menor.

Ricardo Barros, recém nomeado ministro da Saúde, já se mostrou bastante preocupado com a situação do Brasil que, possivelmente, não terá como manter o acesso gratuito à saúde, que hoje é um caos e diz que pode ter que fazer como na Grécia, onde até as aposentadorias tiveram que ser eliminadas.

Hoje, no Brasil, o governo é obrigado a, todos os anos, investir na saúde o mesmo valor que foi gasto no ano anterior, acrescido de um certo percentual que é variável, dependendo do PIB. Os estados, assim como as cidades, devem investir algo que fique entre 12% a 15% e,quando Michel Temer ainda era vice-presidente, ele chegou a defender que esta regra acabasse. Agora que ele é presidente, resta saber se continuará defendendo esta ideia e, principalmente, se contará com o apoio do Senado.

Mas devemos nos lembrar que já tem, no Congresso,um projeto que trata justamente disso e as chances dele ser aprovado são grandes. É a emenda à Constituição Brasileira, de número 143/2015, que já foi aprovada em sua primeira votação. Esta PEC dará aos estados, e também aos municípios, o mesmo direito que hoje o presidente tem com a Desvinculação de Receitas da União e, assim, poderão usar como quiserem os 25% do que deveria ser aplicado exclusivamente na saúde.

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Michel Temer

Uma parcela da população e também dos políticos está condenando esta mudança e acha que assim será decretado o fim do SUS - Sistema Único de Saúde, mas há um grupo que apoia a nova regra, pois alegam que hoje há um engessamento dos valores que deveriam ser aplicados e isso não tem garantido que os recursos sejambem aplicados, tanto é que a saúde no Brasil é um verdadeiro caos.

Para especialistas no assunto, a retirada desta obrigatoriedade de investimento na saúde não seria a melhor solução para o Brasil, mesmo sabendo que, em países mais desenvolvidos, isso já é uma realidade e funciona muito bem.

E você, acha certo esta mudança em relação à Saúde? Deixe abaixo seu comentário.

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