O país todo vem passando por muitas dificuldades,e uma delas é a crise hídrica que vem trazendo problemas sérios nos quatro cantos do nosso país. Com a falta de chuva então este problema tem se torna sério trazendo transtornos para as famílias brasileiras. Para tentar resolver em partes o problema e fazer um racionamento as companhias que fornecem água tem feito rodízio fornecendo água em horários específicos. Este método tem sido usado na capital do país e tem trazido transtornos aos moradores de muitos bairros e cidades satélites.

A exatos quatro meses a seca vem castigando a capital federal e com isso o problema da crise hídrica apenas aumenta, os reservatórios estão abaixo do nível indicado, e mesmo após a chegada da tão esperada chuva para os brasilienses o problema ainda continua.

O reservatório do Descoberto é um dos que abastecem a cidade e se encontra com 6% do seu volume total ou seja o mesmo se encontra em situação de alerta,

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) existe uma grande expectativa que chova na capital do país cerca de 40% a cima da média, porém isso ainda não é uma certeza, caso a chuva não venha em grande volume o brasiliense corre o risco de ter o racionamento ampliado o que não é nada agradável para a dona de casa.

Neste ano de 2017, choveu apenas 39% em Brasília por conta disso a seca vem castigando a cidade trazendo problemas como as queimadas. Segundo informações do jornal Correio Brasiliense, entre janeiro e o mês de outubro deste ano, 15.865 hectares de pura vegetação foram destruídos por conta de incêndios florestais no Distrito Federal.

Com estas queimadas fica difícil para os reservatórios se regenerem, pois o mesmo interfere na melhora da situação dos reservatórios.

O impacto causado é que com o chão quente e seco, aumenta a evaporação da água armazenada no solo, este fato atrapalha e muito para que os reservatórios melhorem sua situação. No mês passado, choveu apenas 15% do esperado no DF. Para se ter uma ideia este valor da em média 25.4 mililitros, isso é bem abaixo dos 166 mililitros da média histórica segundo o eco sociólogo Eugênio Giovenardi informou em entrevista ao Correio Brasiliense. Segundo ele, a chuva de outubro é bastante importante, pois ela tem tendência em se infiltrar no solo ajudando na recuperação dos reservatórios.

A expectativa é de que a crise hídrica melhore não só na capital do país mas nos quatro cantos do país.