2

Não importa quanto eficiente e potente seja o motor do seu carro, afinal, ele não executará perfeitamente suas funcionalidades se não contar com pneus de boa aderência a estrada. Essa escolha do pneu certo é um equilíbrio entre o custo benefício e a qualidade do produto. Em tempos de crise, esse balanço é fundamental na hora da compra, já que ninguém quer estourar o orçamento e depois ficar com um produto de má qualidade, no qual foi investido um alto valor.

Mas qual a hora certa de trocar os pneus? Qual a melhor opção de qualidade e durabilidade entre nacionais x importados? Vamos esclarecer essas dúvidas a seguir .

Quando devo trocar os pneus e a importância a favor da segurança do condutor

Muitos adiam esse momento de trocar os pneus usados por novos acreditando que a hora certa é quando eles já se encontram completamente lisos.

Um erro muito comum, que pode ser perigoso, pois pode influenciar muito na funcionalidade do carro e, consequentemente, na Segurança do condutor, já que nessas condições os pneus perdem completamente a capacidade de aderência ao solo, principalmente sobre o asfalto molhado, em alguma curva ou freada brusca. Situações como estas comprometem em quase 100% o controle do motorista sobre o veículo.

Muito além de por em risco a sua segurança, andar com pneus praticamente carecas é uma infração grave, descontados em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira de habilitação. Atualmente no Brasil, o índice de acidentes causados por pneus fora do padrão exigido por lei são de 20%. O primeiro ponto chave para saber a hora que essa troca deve ser feita é ficar atento a alguns sinais que o próprio pneu indica.

Os melhores vídeos do dia

Nos sulcos dos pneus é possível notar uma saliência. Na lateral do pneu fica geralmente a sigla TWI (Tire Wear Indication), esse é um dos indicadores de desgaste do pneu. Quase sempre quando a borracha chega nesse indicador é o momento que a troca deve ser feita. A medida 1,6 mm de profundidade também é um indicador contundente, é o mínimo exigido por lei, abaixo disso é considerado liso, aplicado em multa.

Substituições em pneus com bolhas ou rasgos também devem ser feitas de forma imediata. Nestes casos a regra de desgaste não é válida .

Entre o nacional e o importado, qual a melhor opção?

A primeira dica é ter a consciência de que o barato quase sempre pode sair caro no final das contas, pois nem todo produto que tem o preço que cabe no bolso vale em termos de qualidade a longo prazo, já que, os custos de em pouco tempo ter que ser feita novamente a troca, é o maior prejuízo. O quesito principal não impõe marca, até porque, todos os pneus que são colocados no mercado para compra, desde nacionais a importados, passam por inúmeros testes e pela aprovação do INMETRO.

Para uma conta de custo benefício em termos de pneus, vale uma matemática simples: pegue o valor total dos pneus e divida por quantos km eles são projetados para rodar. Essa divisão lhe dará o custo total do pneu por quilometro rodado, esclarecendo principalmente a velha dúvida de quanto se deve gastar em termos de durabilidade do produto. Depois disso, o primordial é ficar na ideia de que, para fazer um produto de qualidade, é impossível para as empresas fabricantes não terem um custo adicional, independentemente se é importado ou não.

Portanto, muitas vezes entra a questão de que pagar um pouco mais caro pelo produto também é garantir qualidade. Quanto ao topo das marcas que mais vendem, seguindo a lista do ano de 2016, depois de 16 anos sem alcançar a liderança do ranking, está a marca Michelin, a seguir estão Pirelli e Goodyear e por último a Bridgestone.