A depressão é uma doença silenciosa que se caracteriza por uma tristeza profunda e aparentemente sem motivo, por longo período de tempo. O melhor entendimento, tanto da doença como do Comportamento do doente, é o grande desafio para o tratamento. 

De acordo com a Organização mundial de saúde, a depressão atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo. A doença atinge todas as camadas sociais, etnias, credos e vem crescendo a cada dia.

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A deficiência nos neurotransmissores do cérebro, provocam alterações nos impulsos nervosos entre as células. Entre esses neurotransmissores estão a serotonina, que controla a liberação de hormônios e regula o apetite e o sono entre outras funções.

Os principais sintomas da depressão são:

  • Irritabilidade
  • ansiedade
  • angústia
  • desânimo
  • cansaço 
  • falta de motivação
  • pessimismo
  • aumento ou perda de peso
  • diminuição da libido

Em estágio avançado, o doente pode chegar ao suicídio, índice que pode chegar a 4%, segundo o site Scientific American Brasil.

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É muito importante a distinção entre a tristeza patológica da tristeza transitória. A patológica não dá trégua ao doente, persistindo por dias seguidos, causando o desinteresse por tudo que antes lhe dava prazer, já a tristeza transitória, é causada por acontecimentos tristes, porém comuns a todos, como a morte de alguém querido, a perda do emprego, problemas amorosos ou ainda uma briga em família.

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O acompanhamento médico sistemático, trata os casos mais simples de depressão, já nos casos mais graves a recomendação é a medicação que tem efeito entre duas e quatro semanas. Muitos estudos defendem a atividade física como co tratamento, aliado a medicação, como tratamento da doença.

Uma das dificuldades encontradas pelos doentes, é a aceitação da sociedade, visto que a grande maioria das pessoas associa os sintomas da doença como a tristeza, a apatia e a falta de interesse pelo social, com o mau humor e a preguiça.

Segundo o médico Dráuzio Varela, a doença pode surgir em qualquer fase da vida: infância, adolescência, maturidade e velhice com sintomas variados.

A convivência com a família é vital no tratamento, por isso é essencial os familiares manterem se informados sobre a doença, suas consequências, riscos e sintomas, mantendo o doente sempre dentro do dia a dia da família mantendo sua alta estima em alta.

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