Ele é pequeno e está presente em todo território brasileiro,  podendo causar muitos estragos por ser vetor de várias doenças: Mosquito Aedes aegypti, causador de dengue, chikungunya e zika virus.

Nas ultimas décadas o Brasil vem sofrendo com o grande número de casos de dengue  que são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. Hoje já são conhecidos quatro tipos de vírus que circulam no país, sendo a forma hemorrágica a mais perigosa para a população, que não recebendo o tratamento adequado pode levar o paciente à morte.

Não perca as atualizações mais recentes Siga o Canal Relacionamento

 No último ano houve um número recorde de registros da doença apesar das campanhas informando sobre os perigos da dengue.

Outra doença provocada pelo mesmo mosquito transmissor da dengue é a febre chikungunya, que  possui sintomas parecidos com o da dengue,  como  febre, cansaço,  mal-estar, dor de cabeça, entre outros e diferenciando principalmente por causar dores e inflamações nas articulações que podem durar certo tempo para desaparecer.

Também já há casos registrados em todo território brasileiro.

Mas o que tem preocupado bastante a população, principalmente as mulheres grávidas, é  o zika vírus, que também é transmitido pela picada do Aedes aegypti, devido à descoberta da ligação do  mesmo com o aumento no número de casos de microcefalia  no país. As grávidas estão sendo orientadas a usar roupas de manga comprida e repelente contra o mosquito e foi ampliado o combate ao mesmo. Mesmo assim, vale ressaltar que devido às dimensões do país, muitas grávidas provavelmente não terão acesso a essas informações e poderão sofrer com os efeitos desse vírus.

Para o controle mais eficiente dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus, é necessária a participação de toda a população e do poder público, pois todos estão sujeitos ao mosquito, que pode nascer em um local  e facilmente migrar para outro, carregando os vírus para todos os lugares.

Os melhores vídeos do dia

As campanhas que visam acabar com os criadouros do mosquito e vistorias nos imóveis e lotes vagos devem continuar de forma intensa.