Na próxima segunda-feira (18), inicia a campanha de vacinação contra o vírus H1N1 no Estado do Pará, que foi antecipada pela SESPA (Secretaria de Estado de Saúde Pública), devido ao aumento no número de casos confirmados da doença.

Ao todo já somam 14 o número de pacientes confirmados com o vírus, e 3 óbitos decorrentes dele, o que chega a ser alarmante e que contribuiu com a antecipação da campanha de vacinação prevista para iniciar apenas no dia 30 de abril de 2016.

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Segundo o site oficial da SESPA foram disponibilizadas 1,8 milhões de doses da vacina para o estado paraense e já foram distribuídos 50% desse material em 83 municípios, a outra metade deve ser distribuída ao longo da próxima semana e a campanha de vacinação está prevista ir até o dia 20 de maio.

Ainda segundo a SESPA, devem ser imunizadas, em um primeiro momento, pessoas do grupo de risco, como grávidas, crianças de 6 meses a 4 anos, trabalhadores da área da saúde, mulheres lactantes, índios, presidiários, funcionários do sistema penal, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, pessoas a partir de 60 anos, hipertensos, renais crônicos e diabéticos. 

Onde se vacinar?

Sérgio Figueiredo, secretário municipal de saúde de Belém, afirma que, “os trabalhos de vacinação no município visam alcançar o máximo das pessoas contempladas nos grupos prioritários, com estratégias de vacinação em abrigos, clubes da melhor idade, estabelecimentos de saúde e vacinação fluvial para imunização da população ribeirinha”.

Além disso, nos demais municípios paraenses a vacina poderá ser encontrada nos postos de saúde e alguns postos de vacinação instalados durante a campanha como escolas e outros órgãos públicos, porém inicialmente só será distribuída para os grupos prioritários como é defendido pelo ministério da Saúde.

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Sintomas

Em geral os sintomas da Influenza A provocada pelo vírus H1N1, são semelhantes à de uma gripe comum, porém é necessário ficar atento, pois o que acaba causando a morte são as complicações que essa ‘gripe’ pode trazer, como insuficiência respiratória aguda, pneumonia e até pouca oxigenação do cérebro. Inicialmente o infectado pode sentir dores de cabeça, congestão nasal, dificuldade respiratória, dores no corpo e indisposição física, em seguida as complicações aparecem, causando um quadro mais sério ao paciente.