E para os apreciadores de uma boa bebida, está aí uma grande notícia que vai deixá-los de boca aberta, livres da ressaca e de possíveis problemas hepáticos.

O cientista britânico David Nutt, do Imperial College de Londres, ironicamente ex-consultor do governo britânico para assuntos ligados á drogas, descobriu um novo tipo de álcool sintético que poderá permitir bebedeiras sem preocupações com o dia seguinte de ressaca e sem as famosas dores de cabeça.

A nova substância ganhou o nome de alcosynth e é o fruto do árduo trabalho do químico Nutt.

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Segundo ele, a bebida simula os efeitos positivos do álcool, sem os seus efeitos colaterais. Ainda diz que possui uma “trava de segurança”, evitando assim que os usuários (as) fiquem bêbados (as) demais.

O químico disse ter patenteado 90 compostos diferentes usando esta substância. Dois destes compostos estão sendo testados agora para o uso disseminado no mercado de bebidas. O cientista acredita que até 2050 o alcosynth já terá substituído o álcool convencional.

O químico afirma que os apreciadores poderão obter o prazer de tomar um drinque sem danificar seu fígado e coração.

O cientista britânico David Nutt ficou muito famoso em 2009 quando declarou que consumir ecstasy era menos perigoso que andar a cavalo. Após essa polêmica declaração, acabou sendo demitido do cargo de consultor governamental.

A indústria de álcool não gostou muito da ideia e declarou haver outras formas de evitar a ressaca, como, por exemplo, beber cervejas que possuem um menor teor alcoólico e também beber com moderação.

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Um pouco de história

As bebidas fermentadas existem desde o início da civilização egípcia. Há algumas evidencias que a primeira bebida alcoólica surgiu na China por volta do ano 7.000 a.C. Já na Índia uma bebida chamada Sura, que é destilada do arroz, foi utilizada entre os anos 3.000 e 2.000 a.C.

Muitas civilizações de índios americanos criaram bebidas alcoólicas nas épocas pré-colombianas. São muito variadas as bebidas na região dos Andes, na América do Sul.