Muitas enfermidades atingem as mulheres no Brasil e no mundo. Por isso, deve-se ficar atento a elas. Algumas dessas doenças têm sintomas estranhos. Não é à toa que a recomendação dos especialistas é que sempre que algum sintoma estranho aparece, o ideal é procurar ajuda médica. Uma doença, em especial, é bastante comum nas representantes do gênero feminino e ela começa com um sintoma bem característico, o nascimento de pelos. Essa característica, alertam os especialistas, pode ser um sinal de que a mulher está com a chamada 'Síndrome do Ovário Policístico'.

De acordo com informações dos médicos, os principais sintomas dessa doença são a obesidade, as espinhas em aumento pelo corpo e também os atrasos no período menstrual.

É preciso salientar que essa é uma doença crônica e como tal, apenas tem tratamento, mas não uma cura conhecida pela ciência. Além dos pelos nos seios, o aumento de pelos em outras partes do corpo podem acontecer, já que os hormônios sofrem bastante alterações durante a síndrome.

A doença é uma espécie de patamar, que pode anteceder doenças mais graves. Isso porque é comum que mulheres com essa enfermidade, ao longo dos anos, tenham adquirido outros problemas, que vão da infertilidade à endometriose, podendo até chegar ao câncer no sistema reprodutor. A doença, infelizmente, pode levar à morte. Há ainda constatações de que a Síndrome do Ovário Policístico também teria relação com os males cardiovasculares.

Outros problemas comuns na mulher que possui essa enfermidade são alterações na qualidade da pele.

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O mais comum é que a síndrome surja quando as mulheres tiverem entre vinte e trinta anos de idade.

A realização do diagnóstico, os cuidados e as maneiras de obter prevenção

Para que uma paciente tenha certeza que está com a síndrome ela precisa ir ao ginecologista e passar por alguns exames clínicos. Um deles é a ultrassonografia transvaginal. Nela, o especialista consegue analisar a condição dos ovários da mulher. Caso todos estejam com mais de dez folículos em volta deles, a síndrome é caracterizada. É preciso, no entanto, ter atenção ao fato da mulher estar ou não tomando alguma pílula anticoncepcional. Nesse caso, o teste precisa ser repetido depois de um período para se ter certeza do diagnóstico.

A doença, segundo os especialistas, pode ser evitada com idas regulares ao ginecologista, por pelo menos uma vez ao ano, além de uma dieta saudável e equilibrada. Os exercícios físicos regulares também devem fazer parte da rotina da mulher, a fim de evitar esse mal. #Saúde