Começou o "Setembro Amarelo", o mês da prevenção do Suicídio. Desde 2014, os órgãos ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), CVV (Centro de Valorização à vida) e CRM (Conselho Regional de Medicina) se uniram em prol dessa campanha que tem como objetivo de quebrar tabus e alertar a população para um problema grave.

Em abril de 2017, o assunto sobre o suicídio tomou conta de todas as mídias do país.

Muitos pais ficaram em alerta, pois jovens estariam participando de um jogo, chamado de Baleia Azul, no qual a finalidade seria o suicídio.

Foram milhares de notícias e postagens sobre supostos casos acontecidos no Brasil, que serviram para mães e pais abrirem os olhos para as atitudes agressivas e individualidade dos filhos, principais indícios de depressão e problemas psiquiátricos.

A maioria dos casos de suicídio não é relatada

Mas esse não é um problema que afeta apenas os adolescentes, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de 30 pessoas se matam todos os dias e os motivos são vários, tais como: desemprego, depressão, problemas psiquiátricos, etc.

As pessoas têm preconceito de procurar um psiquiatra

Assim como qualquer 'doença' o suicídio deve e pode ser tratado e evitado, mas não pode ser ignorado. As doenças psiquiátricas, por exemplo, ainda são cercadas de muitos preconceitos e a maioria dos casos de morte por suicídio está ligada a uma doença mental ou emocional. De acordo com a OMS, cerca de 90% dos casos podem ser prevenidos e evitados.

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Saúde

Sinais de alerta

Pessoas que sofrem de depressão, esquizofrenia ou bipolaridade podem são propensos a tentativa de suicídio, por causa das alucinações e dificuldade de separar o real do imaginário. Mas eles não são os únicos que cometem suicídio ou tentam, existem alguns sinais de alerta que podem ajudar a identificar um possível suicida:

Quando uma pessoa diz:

“Eu preferia estar morto”.

“Eu não posso fazer nada”.

“Eu não aguento mais”.

“Eu sou um perdedor e um peso pros outros”.

“Os outros vão ser mais felizes sem mim”.

Quando uma pessoa tem sentimentos de:

- Depressão

- Desesperança

- Desespero

- Desamparo

Outros sinais de risco:

  • Doença psiquiátrica;
  • Alcoolismo;
  • Dificuldade de relacionamento com a família e amigos;
  • Ansiedade ou pânico;
  • Tentativa de suicídio anterior;
  • Casos de suicídio na família;
  • Perdas recentes, como: morte, divórcio, separação;
  • Alteração de personalidade;
  • Mudança de hábitos de alimentação e sono;

Quando uma pessoa da sua convivência ou você mesmo estiver passando pelas situações descritas acima, procure ajuda.

Um dos meios mais discretos e sigiloso é o CVV - Centro de valorização à Vida, eles possuem profissionais especializados e voluntários para ajudar nesses casos. O contato pode ser pelo site http://www.cvv.org.br/, eles atendem também pelo telefone 141, pelo Skipe, Facebook e email.

Outra forma de ajudar quem precisa é buscar os CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da sua cidade, lá você encontra pscicólogos e psiquiatras para atender diariamente e ajudar em horário comercial.

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