Entre os brasileiros, 80% desejam mudar o hábito alimentar, de acordo com pesquisa feita pela Protese. Porém, mais da metade justifica o seu comodismo apontando a falta de dinheiro como impedimento. Essa pesquisa, que contou com 2.400 pessoas com idades entre 18 e 74 anos, teve como objetivo medir o índice de Saúde dos brasileiros com base no consumo alimentar diário das pessoas e de suas atividades físicas, e constatou que apenas 4% dos participantes mantêm uma rotina saudável.

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Mudar a rotina alimentar não parece ser fácil para a grande maioria, que tem como obstáculos causas diversas: 36% alegam falta de tempo, 28% não querem ou não conseguem mudar os hábitos alimentares e 37% confessam a dificuldade de resistir aos alimentos que não são saudáveis.

Males do diabetes do tipo 1

Outro dado apontado pela pesquisa mostra as mudanças já implantadas na Alimentação nos dois últimos anos: 68% confessaram não ter mudado seus hábitos durante esse período, e que não se preocuparam em se prevenir de doenças, mas, por outro lado, 43% afirmaram que nos últimos 12 meses fizeram dieta, sendo que desses 43%, apenas 15% foram acompanhados por um nutrólogo ou um nutricionista.

As dietas são iguais para toda pessoa que queira se manter saudável, mas há cuidados a serem observados visando evitar complicações, como é o caso de pessoa diabética que pode consumir produtos in natura, (inclusive com casca) no lugar de sucos artificiais de frutas.

A diabete tipo 1, que se manifesta no pâncreas, impedindo a produção de insulina (indispensável para metabolizar a glicose), ocorre em escala muito maior em adolescentes menores de 14 anos e causa sede e micção excessiva, perda de peso, cansaço e visão turva. As pessoas com esses sintomas devem ter um cardápio rico em fibras e nutrientes, e ter um rigorosíssimo controle no consumo de açúcares e carboidratos, para evitar a constante aplicação de insulina

Carboidratos causam mais riscos à saúde do coração do que carne

Especialistas afirmam que o carboidrato causa ao coração males muito maiores do que a carne e suas gorduras, sendo ele o principal assassino desse órgão.

Nutricionistas orientam que a alimentação, para manter o corpo fortalecido, seja dividida em seis pequenas porções diárias, e consumidas a cada 3 horas, com um cardápio equilibrado, onde não existam doces e nem refinados, mas rico em fibras e nutrientes

A versão integral dos alimentos é a mais recomendada. O consumo desses alimentos atrasa a conversão em glicose, como é o caso do arroz integral e da farinha branca. O leite a ser consumido deve ser o desnatado, pois é o menos gorduroso. O mel e o açúcar refinado dão lugar aos adoçantes, preferencialmente à base de sucralose e stevia.

É preciso, no entanto, estar ciente que cada pessoa tem suas particularidades e pode apresentar diferentes sintomas e necessidades diferentes. Por isso, a dieta mais recomendada é aquela indicada por um profissional da saúde.