Foi no pequenino país no quesito dimensões geográficas, mas um gigante em história e legado à humanidade chamado Grécia, que nasceu Hipócrates em 460 a.C., [VIDEO]mais especificamente na ilha grega de Cós. Na realidade, Hipócrates é considerado até os dias atuais como um dos maiores destaques na história da Medicina, sendo, por isso, denominado de o "pai da medicina".

O médico grego foi um dos maiores representantes do desabrochar da intelectualidade na Grécia Antiga, juntamente com Aristóteles, Sócrates e Demócrito, uma vez que ele era um asclepíade, ou seja, representante de uma família específica que praticava ações de cuidados em relação à saúde da comunidade.

Por outro lado, Hipócrates não é o único filho ilustre da Grécia que também a representa no mundo da medicina e do alívio da dor humana. Recentemente, inclusive, uma outra grega de peso, de nome Maria Themelis recebeu o título de “Mulher do Ano 2017” na Holanda referente as suas pesquisas sobre imunização frente o combate ao câncer.

A Dra. Maria Themelis é natural da cidade grega de Patras, tendo se tornado uma das pioneiras no campo da imunoterapia para o tratamento do câncer; tanto que, finalmente, foi reconhecida com tal prêmio internacional no contexto acadêmico e científico.

Themelis cursou a Universidade de Medicina de Patras para logo em seguida fazer doutorado no segmento dos transplantes de células hematopoiéticas, ainda no mesmo centro acadêmico de ensino superior, onde logo se destacou e acabou conseguindo uma bolsa de estudo, podendo consolidar a sua carreira profissional para obter o título de melhor cientista do sexo feminino de toda a Holanda na avaliação intitulada "Smart Heads".

A pesquisadora da Grécia explicou, pela primeira vez, a dinâmica do uso de células estaminais pluripotentes como fonte para a produção de células Car-T com função antitumoral, sendo um método que foi patenteado e apresenta poder de cura de 90% nesse tipo de patologia.

Maria conseguiu desenvolver um método para a produção de linfócitos no combate ao câncer tendo como fonte a utilização de células estaminais pluripotentes e precisas quando aplicadas no tratamento da doença.

Ao abordar o tema de educação e pesquisa na Grécia, Maria enfatizou que teve a oportunidade de terminar a faculdade na Grécia, e não pagou um centavo sequer por isso, tudo graças ao contribuinte grego. Desse modo, a Grécia, apesar de toda a crise econômica a que foi submetida pelos seus credores e países mais ricos da Europa numa dívida no mínimo questionável, continua sendo capaz de exportar cérebros e profissionais qualificados para os quatro cantos do mundo.