Uma mulher revelou como seu médico recomendou tratar sua depressão com uma prescrição muito original. [VIDEO] Penny Sullivan não é o nome verdadeiro da doente, mas, sim, o nome que ela deu para ser identificada na reportagem, uma vez que ela pretende manter sua identidade anônima, após esse caso bem original. A mulher estava sofrendo, então, de depressão, acompanhada de anorexia e bulimia.

Depois de anos lutando contra seu quadro clínico, ansiedade e raiva, ela finalmente foi diagnosticada com transtorno bipolar II. No entanto, o mais bizarro não foi seu diagnóstico, uma vez que a doença é infelizmente bastante comum, mas, sim, a receita que o médico passou para ela.

Médico recomendou orgasmos

Para o médico de Penny, a solução passaria por uma medicação que ele passou para ela, sugerindo que não tomasse álcool, fizesse mais exercício e que tivesse relações "o mais que pudesse". O médico disse mesmo que quanto mais orgasmos ela tivesse, seu bem-estar iria aumentar e ela iria se sentir melhor de sua depressão.

De acordo com o site australiano Whimn, Penny sentiu, então, um aumento de seu desejo e acabou seguindo o conselho do médico, dizendo que passou mesmo muito tempo no quarto. Sua maior surpresa chegou quando ela começou mesmo se sentindo melhor. A mulher começou percebendo que uma intimidade mais regular com seu marido ajudou estabilizando seu humor. [VIDEO]

Tem explicação?

A verdade é que os orgasmos liberam hormônios do bem-estar, e o sêmen contém compostos antidepressivos leves, de acordo com especialistas.

Penny explicou que nem sempre tem relações, mas que o simples tocar, abraçar e está junto deixa aquele bem-estar, que está melhorando sua condição.

O transtorno bipolar, anteriormente conhecido como depressão maníaca, é uma condição que afeta o humor, que pode variar de um extremo para outro em espaço de segundos. Os doentes têm períodos de depressão, quando podem se sentir muito deprimidos e letárgicos e, em seguida, eles ficam hiperativos e super felizes.

Os orgasmos podem "curar" a depressão?

Os estudos mais recentes têm feito uma relação consistente entre o amor e o bem-estar emocional. Os especialistas têm verificado que as relações íntimas liberam uma série de hormônios que permitem deixar a pessoa mais relaxada.

"As relações aumentam a oxitocina (um hormônio de amor e vínculo), serotonina (hormônio da felicidade) e níveis de dopamina. Estes nos ajudam a experimentar sentimentos de amor, conexão e felicidade. Além disso, o sêmen contém compostos antidepressivos leves", disse a sexóloga Isiah McKimmie, de Sydney, Austrália.