O Diabetes causa males incontáveis e extremamente indesejáveis como vemos abaixo:

Gripe e Diabetes

Pessoas diabéticas têm mais dificuldade de combater a gripe do que aqueles que não são portadores da doença. Além disso, a gripe pode gerar uma carga de estresse emocional no seu corpo, o que pode afetar os seus níveis de açúcar no sangue e aumentar a chance de complicações de Saúde. Por isso, é importante tomar a vacina contra a gripe anualmente.

Cetoacidose Diabética

A pessoa sente dificuldade para respirar, dor abdominal, vontade constante de urinar náuseas; percebe-se a presença de cetonas na urina, hálito com odor frutado ou de acetona, vômitos, boca e pele seca e confusão mental.

Retinopatia Diabética

As vistas ficam embaçadas, e pode causar cegueira (perda parcial ou total da visão).

Nefropatia Diabética

As lesões nos vasos sanguíneos são complicações que causam insuficiência de realizações de hemodiálise, e também insuficiência renal crônica.

Pé Diabético

Surgem pelo corpo feridas que não cicatrizam, podendo infeccionar.

Todas essas complicações, que são provenientes da doença, podem ser amenizadas ou totalmente controladas com o devido tratamento.

Uma mensagem otimista

Todas as doenças, quando não recebem o tratamento correto, trazem complicações ao paciente, e não é diferente quando se trata do diabetes, que é uma doença causada pelo excesso de açúcar no sangue. Se não receber o tratamento adequado surgirão complicações e males, muitas vezes irreversíveis.

Para os casos de portadores do diabetes do tipo 2, a cirurgia para redução do estômago parece resolver o problema, já que elimina a causa, que é o excesso de peso.

Para isso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou resolução que simplifica a cirurgia de redução de estômago para pessoas que forem diagnosticadas com o diabete tipo 2. No Brasil, o IMC mínimo exigido atualmente para que a pessoa receba autorização para realizar a cirurgia de redução de estômago é de 35, além de ter idade entre 30 e 70 anos. A cirurgia é restrita aos casos em que o paciente obeso é diabético ou hipertenso e já está se tratando há pelo menos 10 anos, sem perceber avanços.

Exigências e procedimentos

Com a aprovação do novo texto, o paciente diagnosticado com diabetes do tipo 2 poderá fazer a cirurgia se comprovadamente tiver Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 e 34,9 quilos por metro, mantendo-se as demais exigências anteriores. A mudança definida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) equipara o procedimento aos padrões adotados pelos países europeus e Estados Unidos, e visa o controle do diabetes e não a redução do estômago em si. Sendo assim, é necessária a recomendação de dois médicos endocrinologistas, e é considerado um procedimento de alta complexidade.

A equipe que irá cuidar do paciente deve ser composta por psicólogo, cardiologista, cirurgião do aparelho digestivo (ou cirurgião geral), endocrinologista, pneumologista, fisioterapeuta, enfermeiro e nutricionista. Após a cirurgia, ele deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar. O paciente não pode ser usuário de drogas, e fazer uso moderado de bebidas alcoólicas. A cirurgia é contraindicada nos casos em que o paciente seja portador de problemas cardiovasculares ou depressão grave.