Existe uma condição comum que as mulheres podem experimentar se não tiverem relações íntimas o suficiente. No início deste ano, pode haver mais uma coisa com que se preocupar e não tem nada a ver com aqueles probleminhas de rotina, como chatices do trabalho, o salário que não estica e o fim do mês que nunca mais chega. Dessa vez, tem mesmo alguma coisa mais preocupante e que tem a ver se a pessoa está ou não se dedicando o suficiente para o amor. Esse caso é problemático para as mulheres [VIDEO], que têm mesmo razões para estarem preocupadas com as coisas desagradáveis ​​que podem acontecer as regiões inferiores.

O problema de que se fala se chama atrofia vaginal e é uma condição comum, que afeta as paredes vaginais, mas tem tratamento.

Embora isso possa afetar qualquer uma, as mulheres que atravessam a menopausa são mais suscetíveis a essa condição, devido à diminuição da quantidade de estrogênio que seus corpos estão produzindo.

A Clínica Mayo, especializada na área, revelou para o jornal britânico Daily Star que as mulheres que foram tratadas por câncer (mais concretamente para o câncer de mama) também tendem em ser mais afetadas por esse probleminha.

Mas, afinal, o que é a atrofia vaginal?

Os sintomas incluem descarga de fluidos, ardor, prurido, dificuldade em fazer xixi e dor durante o ato íntimo [VIDEO]. Todos esses sintomas são causados, então, por uma diminuição na produção do hormônio feminino, que é o estrogênio.

No entanto, a cura pode estar em algo simples como o de se manter ativa na intimidade. Ter relações pode se revelar fundamental para combater a atrofia vaginal, com orgasmos regulares ajudando a aliviar esses sintomas e aumentando o fluxo sanguíneo.

Nesse sentido, a médica Louise Mazanti explica a importância de as pessoas se manterem ativas na vida íntima, mesmo que não tenham um parceiro. Ela sugere mesmo que as mulheres tenham intimidade com elas mesmas, dizendo que o importante, nesses casos, é mesmo o exercício do tecido vaginal.

A médica especialista adverte ainda que, se as células não estão recebendo oxigênio suficiente, isso levar a uma inflamação do tecido e, eventualmente, a tão indesejada atrofia vaginal. Porém, na opinião da especialista, os problemas da falta de relação sexual não ficam somente pela parte mais física, mas também a emocional.

Ela falou sobre alguns efeitos colaterais sérios na saúde mental de uma pessoa que a falta de intimidade pode trazer. "Isso pode causar depressão, uma crise de identidade e uma profunda consideração de uma natureza existencial", disse Louise Mazanti.