A partir deste ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS [VIDEO]) irá considerar qualquer pessoa que possui a classificação de vício em jogos eletrônicos como portador de distúrbio mental. E irá entrar na classificação internacional de doenças como distúrbio de games. Desta forma, a pessoa portadora do vício [VIDEO], irá receber um diagnóstico mais específico para o seu caso, como em questão o do vício em games.

Como saber se sou viciado?

A pessoa que desconfia estar usando demasiadamente os meios eletrônicos para se distrair e não vê em outras tarefas vontade de realizá-las, pode começar a se preocupar. É importante que cada um tenha consciência desta doença, que assola milhares de jovens, para assim conseguir procurar ajuda.

Os games em excesso podem causar efeitos negativos na vida de quem não consegue viver sem eles, entres esses o afastamento de realizar atividades sociais, assim como outros mais graves. Mas para ser diagnosticado com esse distúrbio é necessário que o jogador seja analisado por 12 meses para assim ter a certeza de que possui algum distúrbio. Os sintomas, além disso, envolvem a falta de controle do tempo em que se joga, tornando a pessoa sem noção da realidade de suas tarefas diárias, sendo ''escravo'' do videogame.

O problema é mundial

Alguns países identificaram esse distúrbio como algo preocupante e alguns já possuem clínicas especializadas em tratar esse ''mal''. Na Coreia do Sul por exemplo, o governo resolveu adquirir uma medida mais severa, o país proibiu que jovens menores de idade se divertissem em seus jogos durante o período de 00h às 6h.

No Japão, as pessoas recebem um aviso caso elas extrapolem uma quantidade de horas estabelecida por mês. Já na China, a gigante encarregada pelo League of Legends proporciona um extremo de horas que o menor de idade pode jogar. Na Inglaterra, já existe clínicas responsáveis por reabilitar o jovem com problemas nessa área. Na clínica, o jovem fica internado, sem contato algum com jogos ou eletrônicos, em um mínimo de um mês.

Meu familiar é viciado, como posso ajudá-lo?

É muito importante que o familiar saiba identificar quando o vídeogame se torna patológico. Com isso, observar as características da frequência com que o jovem joga é muito importante. Os pais podem controlar o tempo de seus filhos nos jogos, estabelecendo um limite de horas, assim evitará com que esse acesso ao jogo se torne algo muito mais complicado de lidar posteriormente.