Já é de conhecimento público que a febre amarela é realmente uma doença agudamente infecciosa, o que a torna monstruosa devido ao seu alto grau de infecciosidade [VIDEO] e sua forma complexa de proliferação. Esta doença epidemiológica possui uma gravidade que não pode ser ignorada.

O seu intimidador potencial de disseminação em áreas infestadas pelo mosquito classificado como Aedes aegypti aterroriza tanto os representantes governamentais quanto os estudiosos e a população. São inúmeros os fatores que tornam esse vírus assustador, mas um deles é de que até o momento ele é fatal!

Seu contágio é constatado em dois ciclos epidemiológico, sendo eles urbano e silvestre, mas isso não muda suas características do ponto de vista clínico.

A princípio, divulgações e absorção equivocada de informações mal esclarecidas fizeram com que a maior parte da população acredita-se que os principais responsáveis [VIDEO] pela sua propagação seriam os macacos.

No entanto, esse equívoco foi desfeito e é importante que se entenda que os macacos não são os transmissores e não devem ser sacrificados, mas, sim observados, pois, como hospedeiros, esses animais têm uma utilidade indispensável para alertar sobre locais infestados, pois, pela lógica, onde um desses aparece morto há um possível foco de mosquitos infectados.

Mediante a tantas informações e alarmes, qual seria então os riscos e a responsabilidade da população?

É de suma importância levar em consideração os vários sintomas que são apresentados bem no início da contaminação [VIDEO]. Assim que se detectar pacientes com queixas de náuseas, vômitos, febres, dores de cabeça e no corpo, deve-se imediatamente contatar um médico.

Um dos motivos de se ficar atento é que, após essas primeiras reações indesejadas, o infectado sofre uma espécie de ataque silencioso, de forma que parece ter sido curado.

Mas, infelizmente, á realidade é que está ocorrendo um estágio mais grave da doença. Uma vez que se chega ao auge da gravidade da contaminação, á pessoa é assolada por febres mais intensas, mudança na coloração do branco dos olhos, hemorragia, insuficiência múltiplas dos órgãos, choque e dores intensas.

Como foi comprovado que até o momento não há cura e que não existe um tratamento específico e eficaz, é preciso que todo o país se conscientize e promova meios para impedir o aparecimento de focos de insetos promovedores da transmissão deste vírus indesejável e assustador.

Uma medida simples, mas que tem tido grande eficácia na prevenção de proliferação de insetos, é manter quintais limpos e objetos, como pneus, latas, vidros, enfim, todos que forem propícios ao acúmulo de água parada, deve fica em locais tampados de forma que não tenham contato com chuvas.

Com os crescentes aumentos de casos de vítimas fatais por causa da febre amarela, é indispensável que toda a população brasileira procure o posto médico mais próximo e tomem a vacina, para que, assim, não tenha que se preocupar com rumores ou falsas notícias de especuladores.