A pílula do dia seguinte [VIDEO] é um método contraceptivo de emergência que pode ser utilizado como recurso após uma relação sexual desprotegida evitando assim uma gravidez indesejada. Normalmente utilizada nas seguintes situações:

  • Não foi utilizada a camisinha;
  • Caso a camisinha se rompa ou escorregue durante o ato sexual;
  • Quando a pílula anticoncepcional regular é esquecida por dois ou três dias;
  • Deslocamento ou retirada do diafragma;
  • Expulsão do DIU;
  • Diafragma ou preservativo feminino que se rompeu ou saiu do lugar;
  • Violência sexual.

Mas é preciso cuidado ao utilizar esse medicamento, pois contém altas doses de hormônios que impedem a fecundação do ovulo.

Os médicos indicam tomar até uma vez no ano devido aos efeitos colaterais a curto e longo prazo.

O correto é que a mulher tome a medicação nas primeiras 24 horas, tornando, assim, sua eficácia em 88% e no máximo em 72 horas após a relação sexual [VIDEO]. Após esse período, a pílula perde a eficácia.

O objetivo da pílula é impedir ou bloquear a ovulação e com isso dificultar a gravidez. O período fértil e as condições emocionais que a mulher está no dia podem diminuir as chances de uma gravidez indesejada.

Mas, se a pílula for tomada após a fecundação do feto, ela pode colocar em risco a vida da mulher, provocando o abortou ou hemorragia. Estão disponíveis para venda nas farmácias e gratuitamente nos postos de saúde dois tipos de pílula do dia seguinte:

  • Dose única: contém na cartela um comprimido com 1,5 mg de levonorgestrel;
  • Com dois comprimidos: com 0,75 mg de levonorgestrel ,que deverá ser ingerido o segundo comprimido após 12 horas do primeiro.

Não há diferença entre as pílulas acima.

Os anticoncepcionais tradicionais que são ingeridos todos os dias possuem uma dosagem menor de hormônios do que a pílula do dia seguinte, que tem uma grande quantidade de hormônios que é tomada de uma única vez.

Os possíveis efeitos colaterais que a pílula pode causar:

  • Atraso ou ausência da menstruação;
  • Dores musculares;
  • Dores de cabeça;
  • Dor abdominal;
  • Dor nos seios;
  • Náuseas;
  • Cólicas;
  • Ansiedade;
  • Diarreia;
  • Tontura;
  • Vômito.

A pílula é contraindicada para mulheres que tenham:

  • Problemas vasculares;
  • Hipertensão descontrolada;
  • Obesidade mórbida;
  • Doenças do sangue;
  • Doenças hepáticas;
  • Durante o período de amamentação.

Nos casos acima precisam de uma avaliação médica para não ter complicações com a doença existente e a pílula pode até não funcionar.