Iniciou-se a campanha nacional de vacinação contra a gripe 2018, no entanto falsas notícias e boatos sobre o surgimento de um “super” vírus estão circulando nas redes sociais e na internet de modo geral. Existem áudios compartilhados relatando a existência do chamado “vírus mortal” o H2N3 estes áudios estão circulando por grupos de WhatsApp, onde nestes áudios, uma mulher afirma que o vírus já fez vítimas no Brasil, segundo a gravação, o vírus é muito poderoso causa forte insuficiência respiratória e leva a pessoa a morte em três dias. Ate mesmo a Organização Pan-Americana de Saúde ficou de certa forma preocupada com este boato via WhatsApp do tal” vírus mortal”

Atualmente existem 3 tipos de vírus da gripe no Brasil

Circulam no país atualmente três tipos de vírus o: influenza A/H1n1, o influenza A/H3N2 e o influenza B.

Todavia estes vírus não são novidades, pois os mesmos já circularam em anos anteriores pelo Brasil e a sua vacina é encontrada na rede pública desde abril do ano passado.

O Ministério da Saúde se pronuncia

O Ministério da Saúde, ao tomar conhecimento do caso, se pronunciou em nota e afirmou que a informação é completamente inverídica. Os vírus conhecidos no país segundo o Ministério da Saúde podem sim até levar o infectado a óbito, por conseguinte seria um caso extremamente raro e seria somente em grupos de riscos como pessoas com deficiência na sua imunidade e idosos.

Afinal o que seria o “vírus mortal”?

O vírus foi identificado e detectado a primeira vez em 2006 nos Estados Unidos e é conhecido como H3N2, todavia o seu contagio só foi detectado desde a mesma época de sua descoberta apenas em porcos, alguns cientistas afirmam que existe a possibilidade de contágio em outras espécies, no entanto até presente momento não foi registrado nenhum surto entre seres humanos ou em quaisquer outros países.

E especialistas garantem que não existem provas que tornam o tal vírus mais forte ou agressivo em relação aos demais conhecidos o tornando assim “vírus mortal”.

Prevenção

A vacina contra o vírus da influenza gratuitamente é oferecida desde abril, nos postos de saúde para idosos acima de 60 anos, crianças de seis meses a cinco anos de idade, mulheres que deram à luz a menos de 45 dias, portadores de doenças crônicas indígenas, trabalhadores da área de saúde e professores da rede seja ela pública ou particular. Para os demais a vacina é paga em clínicas particulares especializadas por não fazerem parte do grupo de risco.

Lave sempre as mãos com água e sabão, cubra boca ao tossir e evite contato com pessoas doentes assim como também aglomerações.