O Tribunal de Justiça de Alagoas publicou, nesta quarta-feira (20), edital para Concurso público com 131 vagas no total, sendo 100 para técnico judiciário e 31 vagas para analista judiciário (15 vagas para oficial de Justiça, 15 para área judiciária e uma vaga para área estatística).

O cargo de técnico judiciário requer ensino médio completo e o vencimento é de R$ 2.550,96. Já para os cargos de analista judiciário é exigido ensino superior completo e o vencimento é de R$ 5.101,92.

A banca responsável pela organização e realização do concurso público é a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Inscrições e provas

As inscrições começam às 14h do dia 8 de janeiro de 2018 e vão até às 16h do dia 15 de fevereiro. Os valores das inscrições são de R$ 80 para técnico judiciário e R$ 100 para analista judiciário. Já as provas serão aplicadas no dia 25 de março de 2018, sendo as de analista pela manhã (8h às 13h) e a prova de técnico à tarde (15h às 19h).

O diferencial concurso em questão fica por conta da língua portuguesa, matéria de grande peso tanto para técnico quanto para analistas. A prova para técnico judiciário terá 30 questões de língua portuguesa e 70 de conhecimentos específicos, totalizando 100 questões objetivas.

Já as provas para analista judiciário terão as seguintes matérias: módulo básico, com 20 questões de língua portuguesa + 10 de legislação específica, e módulo de conhecimentos específicos, com 50 questões de conhecimentos específicos, totalizando 80 questões objetivas, além de duas questões discursivas, valendo 10 pontos cada uma.

Perfil da banca

A Fundação Getúlio Vargas costuma realizar provas de múltipla escolha, no estilo “a), b), c), d) e e)”, sendo apenas uma considerada como correta. Ao contrário da Cespe, a FGV não costuma realizar provas onde uma questão anula a outra ou possui qualquer outra pontuação negativa.

No campo do direito, a banca costuma cobrar letra de lei. Entretanto, a forma como a lei é cobrada é diferenciada.

A FGV se utiliza de casos práticos onde os textos da lei são necessários para se chegar à assertiva correta. Apesar deste perfil, a doutrina e as jurisprudências mais importantes não podem ser deixadas de lado no momento de estudo, uma vez que a banca vem se renovando e alterando o estilo das provas.

Já a prova de português costuma cobrar muita interpretação textual, com textos longos e que exigem do candidato extrema atenção durante a leitura.

Também costuma cobrar questões do Manual de Redação da Presidência.

O concurso possui validade de dois anos, contados a partir da data de homologação do resultado final, e pode ser prorrogado por igual período.

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