Durante a Segunda Guerra Mundial, #Auschwitz foi uma rede de campos de concentração localizado no sul da Polônia, sendo tido como símbolo do Holocausto e se constituiu em um campo de concentração de trabalhos forçados e extermínios.

O campo de concentração de Auschwitz fazia parte da rede de tortura e extermínio da Alemanha Nazista, governada por #Adolf Hitler. O local começou a funcionar a partir de 1940.

A construção desse campo se deu, principalmente, para ser uma prisão em massa de judeus, em especial os poloneses. Nesta época, toda a Europa estava sendo conquistada pelas tropas alemãs nazistas, o que fez com que as prisões ficassem pequenas para o número de prisioneiros de guerra.

Auschwitz foi o maior dos campos de concentração nazista, sendo formado por Auschwitz I (Stammlager, campo principal e centro administrativo do complexo); Auschwitz II–Birkenau (campo de extermínio), Auschwitz III–Monowitz e mais 45 campos satélites.

Atualmente, estima-se que aproximadamente 1,3 milhões de pessoas foram mortas em Auschwitz. Desse número, 90% se constitui em judeus e o restante se divide em ciganos, homossexuais, prisioneiros de guerra soviéticos, pessoas de minorias religiosas e etc.

Os que não eram executados nas câmaras de gás, morriam de doenças infecciosas, que eram agravadas por uma alimentação pobre em nutrientes, frio intenso, condições sub humanas de alojamentos e pesados trabalhos forçados.

Livro revolta por exaltar a dieta dos campos de concentração

Por todo o horror característico do nazismo alemão predominante na Segunda Guerra, qualquer alusão à Auschwitz deve ser combatida.

Assim, um livro tem chamado muita atenção e criado polêmica nas redes sociais. O livro chama-se "A #Dieta de Auschwitz", da autora portuguesa Emília O.G. Pinheiro, editado pela editora Ariana.

A edição do livro é de 2014, mas agora voltou à cena por uma publicação no Facebook que se tornou rapidamente viral.

“Publiquei um vídeo sobre o tema ontem e muitas pessoas acharam difícil de acreditar que alguns profissionais da saúde mencionam o holocausto na hora de doutrinar sobre controle de peso. Acredite: é muito comum. O livro "A Dieta de Auschwits" defende a moderação no consumo alimentar e traça um paralelo entre a abundância alimentar... E a magreza predominante no contexto de guerra”, diz o post publicado na página “Não sou exposição”.

O nome da editora, “Ariana”, seria uma infeliz coincidência.

Como se sabe, a supremacia da "raça ariana" era defendida pelo Partido Nazista, de Adolf Hitler, como uma raça de seres humanos mais fortes, altos, inteligentes e de pele clara.