Estreou nesta quinta-feira (26) #Thor: Ragnarok, a terceira aventura solo do herdeiro do trono de Asgard.

O super-herói da #Marvel Comics, que foi baseado no deus do trovão da mitologia nórdica, teve seu primeiro filme feito pela Marvel Studios, [VIDEO]lançado em 2011. ‘Thor’ foi um bom filme que apresentou para o grande público o personagem e foi mais um dos filmes da primeira fase do universo Marvel no cinema.

Em 2013 foi lançado 'Thor: O Mundo Sombrio', filme fraquíssimo que junto com Capitão América: O Primeiro Vingador; Homem de Ferro 2 e 3, são as piores produções da Marvel Studios até agora.

Mas neste terceiro filme sobre o personagem interpretado pelo ator Chris Hemsworth - talvez pelo fiasco que foi o filme anterior - os realizadores desta nova produção fizeram algo totalmente diferente do que tinha sido visto sobre o personagem até agora.

Se por um lado o filme do diretor Taika Waititi segue à risca a receita de sucesso dos filmes do universo Marvel nos cinemas, ou seja, ação quase ininterrupta, efeitos visuais de qualidade inquestionável e elevadas dose de humor, Thor: Ragnarok aposta neste último item para conduzir a trama.

O filme está mais para 'Guardiões da Galáxia' e 'Homem-Formiga' que para 'Os Vingadores'. Além do humor, a produção tem em comum com os guardiões uma identidade visual retro-futurista. O que fez que muitos acreditassem que teria no filme a aparição de um ou mais integrantes do grupo.

Mas se isto não ocorreu, o filme não deixa a desejar no quesito participações inusitadas. Como por exemplo, a presença de dois astros de Hollywood, e a aparição de um personagem da Marvel que dá um toque de magia à produção.

Os melhores vídeos do dia

E mais uma vez Tom Hiddleston se destaca como Loki, o Deus da trapaça e irmão adotivo de Thor. Cate Blanchett, que vive a vilã Hella, mostra mais uma vez que é uma atriz extraordinária.

A origem da vilã contada no filme talvez deixe alguns fãs de quadrinhos revoltados, pois é muito diferente do que é conhecido nas HQs.

Além do humor, a ousadia é outra característica do filme que altera de forma drástica vários elementos do universo do personagem.

Na trama, Thor e Loki, em uma luta com Hella, vão parar por acidente no mesmo planeta em que se encontra exilado O Incrível Hulk, o que remete imediatamente à saga dos quadrinhos: Planeta Hulk. A interação entre os dois vingadores mais poderosos rende ao filme as sequências mais hilárias do filme.

Em seu desfecho, o filme tem uma boa sacada que foge um pouco do tradicional término em que o herói vence o vilão no final. Como sempre acontece nas produções da Marvel Studios está lá o tradicional final extra depois dos créditos. Neste caso existem dois finais extras, enquanto que o primeiro é tenso e climático, o segundo é pura perda de tempo.