Formado por Arthur Kunz (Belém) e Lina (Rio de Janeiro), o duo tunna prepara o lançamento de seu début, um EP que deve vir a público até o fim do ano com cerca de seis faixas autorais. Agora, eles acabam de estrear o segundo single do trabalho, também disponível no Spotify, Deezer e todas as plataformas digitais.

A Música “Coisa de Pele”, com participação das guitarras de Zé Pi - cantor e guitarrista que esteve no disco “Efêmera”, da Tulipa Ruiz, no single “Pareço Moderno”, do Cérebro Eletrônico, entre outros muitos trabalhos - ganhou também um clipe com estética caseira, que você confere abaixo.

As dúvidas de um relacionamento romântico - será que foi só coisa de pele? - traduzidas em uma bela canção trazem na base sintetizadores para a voz potente da cantora carioca radicada em São Paulo desde 2012. Formada em jornalismo, ela trocou o mar pela terra da garoa por conta do trabalho que a capital prometia.

Lina mudou de cidade para se dedicar à carreira na comunicação e acabou tendo acesso às novas sonoridades que permeiam os movimentos culturais paulistas, até conhecer o parceiro com quem viria a criar o Tunna. O amor pela música chegou quando ela ainda era pequena: isso porque a sua avó ensinava algumas cantigas para ela. Esse era somente o embrião de uma vida dedicada à arte. Mesmo assim, apesar de ter passado por diferentes bandas na adolescência, o Tunna é seu primeiro trabalho musical profissional.

Já o companheiro de som Arthur, vindo de Belém do Pará, é também conhecido pela música eletrônica instrumental com o Strobo, além de tocar com artistas de destaque como Aíla, Felipe Cordeiro e Marina Lima. Foi em meados de 2016 que eles se conheceram por meio da fotógrafa Julia Rodrigues e, da vontade de fazer algo sincero e mais pop, surgiu a parceria.

Ele preparava as batidas, enquanto Lina pensava melodia e letra.

O processo de composição durou cerca de um ano e o trabalho autoral acabou estreando somente em junho de 2017, com o single “Flerte Moderno”, que você pode ouvir abaixo, enquanto a letra pede “só mais um pouquinho”.

Este é o segundo duo de Arthur, conhecido pelo instrumental tecnológico do Strobo desde 2011, com influências do house music e do rock.

Ao lado de Léo Chermont, ele marcou o cenário alternativo brasileiro. Sua veia paraense também influencia as diversas composições ao longo de sua carreira, com referências a ritmos tradicionais da região, como o carimbó.

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