Estreia nesta quinta-feira (26), um dos filmes mais esperados dos últimos tempos, Vingadores: Guerra Infinita. No Twitter, esta superprodução está entre os assuntos mais comentados e os fãs estão contando as horas para irem ao cinema conferir todas as emoções. Porém, o filme deixou a desejar no aspecto de que nem todos os personagens foram explorados, ou seja, o excesso de heróis pode ter sido um erro.

São dezenas de heróis em 2h30 de filme e, com isso, não deu tempo de todos se exibirem, além do fato que boa parte do público estar interessado mesmo é nos mais populares, como o Homem de Ferro, Homem-Aranha, entre outros.

A história mostrada em Vingadores: Guerra Infinita não é apenas uma reunião de amigos com superpoderes.

Para os fãs de quadrinhos, é aquele momento que abala o universo, quando tudo está sendo ameaçado e algo incrível pode mudar as ordens das coisas. Na direção, os irmãos Joe e Anthony Russo tentaram de tudo para que todos aparecessem ao menos um pouquinho. Mas se ficassem muito preocupados com isso, poderiam deixar a história principal de lado. Então, a tarefa ficou complicada.

Se cada super-herói deste filme fosse ter seus 15 minutos de fama, o público se perderia, além de não ter tempo para todos.

O foco principal é mostrar que Thanos está planejando reunir as seis poderosas joias do infinito e se tornar o mais poderoso de todos e cumprir sua missão.

Logo no início, o público vê que, depois deste filme, nada mais será como antes e de cara aparece Thor sendo torturado com outros superamigos. Aí a história se divide em duas, mostrando Tony Stark na Terra reunindo Os Vingadores para impedir que uma das joias seja levada. A segunda história se dá no espaço, onde Thor conta com a ajuda dos Guardiões da Galáxia.

São muitos heróis reunidos em um filme e logo o público percebe que a emoção de ver tanta gente com superpoderes de uma só vez tem seu preço. Muitos acabam sendo quase que esquecidos. Por exemplo, o Capitão América, é pouquíssimo explorado na história, enquanto Thor aparece bem mais.

O Homem-Aranha, que tem uma legião de fãs e tira o fôlego do público com sua agilidade, aparece tecnológico demais, até porque, se não fosse assim, ele não teria chances contra rivais tão poderosos, só que os fãs de quadrinho podem não gostar de tantas mudanças.

A questão é que cada super-herói tem seu estilo, seu universo próprio e, quando se reúnem, fica difícil criar um ambiente que atenda a todos. Mas tem o lado bom da história, pois o grande número de personagens faz com que o filme prenda a atenção do início ao fim e ainda sobrará história para ser contada em 2019, na segunda parte de Guerra Infinita.

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